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	<title>Cultura Colaborativa &#187; Tecnologia e Inovação</title>
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		<title>O desafio do Mobile</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Apr 2016 14:50:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[França]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia e Inovação]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo a IDC Brasil, o mercado de TIC (Tecnologia da informação e comunicação) irá crescer este ano 2,6%, com destaque para novos modelos de negócio suportados pelos pilares: cloud, mobilidade, mídias sociais e big data. Pietro Delai, gerente de Consultoria e Pesquisa Enterprise da IDC Brasil, aponta que mais da metade das organizações do país...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a <a href="http://br.idclatin.com/" target="_blank">IDC Brasil</a>, o mercado de TIC (Tecnologia da informação e comunicação) irá crescer este ano 2,6%, com destaque para novos modelos de negócio suportados pelos pilares: <em>cloud</em>, mobilidade, mídias sociais e <em>big data</em>. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pietro Delai, gerente de Consultoria e Pesquisa Enterprise da IDC Brasil, aponta que mais da metade das organizações do país adotará este ano o DX – </span><i><span style="font-weight: 400;">Digital Transformation</span></i><span style="font-weight: 400;">, estreitando a relação entre TI e linhas de negócios.</span></p>
<p>Para o profissional, soluções baseadas em modelos colaborativos de compartilhamento, novas aplicações configuradas para rodar em nuvem e oferecer uma experiência consistente ao usuário final &#8211; em qualquer lugar e em qualquer dispositivo &#8211; estarão em foco.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">A análise é confirmada por dados colhidos pelo </span><a href="http://www.gartner.com/technology/home.jsp"><span style="font-weight: 400;">Gartner</span></a><span style="font-weight: 400;">. Segundo o instituto, em 2015, houve um crescimento de 32% no número de empresas globais com receita acima de US$ 250 milhões que investiram em projetos digitais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esta mudança comunicacional é impulsionada pelas gerações </span><i><span style="font-weight: 400;">millennial</span></i><span style="font-weight: 400;"> e Z, que demandam uma comunicação mais digital, rápida e voltada ao mobile. Porém, para Rada Martini, CEO da <a href="http://www.socialbase.com.br" target="_blank">SocialBase</a>, trabalhar com mobile ainda é um grande desafio no Brasil.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para ele, devido alto custo do </span><i><span style="font-weight: 400;">hardware </span></i><span style="font-weight: 400;">e a infraestrutura de 4G engatinhar no país perde-se muito, pois as empresas precisam adaptar suas soluções para rodar em aparelhos mais simples e acabam não entregando ao público todo o potencial.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Este furo de </span><i><span style="font-weight: 400;">software</span></i><span style="font-weight: 400;"> acontece por que há no mercado uma série de sistemas operacionais fragmentados e completamente personalizados pelos fornecedores de </span><i><span style="font-weight: 400;">hardware</span></i><span style="font-weight: 400;">. Segundo Luiz Gustavo Pozzo, desenvolvedor Android da SocialBase, as falhas  e baixa performance são reflexo disso, uma vez que o </span><i><span style="font-weight: 400;">software</span></i><span style="font-weight: 400;"> foge das diretrizes para a qual foi criado.</span></p>
<p>Isso cria uma gama infinita de variantes que podem influenciar na usabilidade final do aparelho; gerando falhas na resposta de aplicativos que param de responder, porém isso nem sempre é resultado de uma má implementação, “muitas vezes, são fruto de um sistema que possui comportamentos desconhecidos e geralmente até não documentados que fogem do padrão ao qual o desenvolvedor espera”, comenta Pozzo.</p>
<p><b>Infraestrutura</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apenas no terceiro semestre de 2015 aproximadamente 10,753 milhões de </span><i><span style="font-weight: 400;">smartphones</span></i><span style="font-weight: 400;"> foram vendidos no país, sendo que 46% destes aparelhos são compatíveis com rede 4G, porém, de acordo com dado de 2015, apenas 95 dos 5.570 municípios do país são cobertos pela tecnologia.     </span></p>
<p>Para Martini, este é um problema sério, pois limita, entre outras coisas, a informação, a comunicação de qualidade e a inovação. Segundo ele, apesar de esta estrutura não ser responsabilidade de empreendedores, cabe a eles buscar formas de incentivar e cobrar do poder público a melhora desta entrega.</p>
<p>Além disso, ele aponta que a utilização corporativa de dispositivos móveis, como mostram os números, cresce vertiginosamente e traz ótimas oportunidades para que as empresas ganhem em produtividade e agilidade na tomada de decisão. “Por isso, estamos investindo fortemente na evolução dos nossos aplicativos para que as empresas que atuam no Brasil utilizem a nossa experiência na solução de seus problemas de comunicação interna”, finaliza.</p>
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		<title>E-mail, de vilão a mocinho</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Mar 2016 17:01:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Alloyse Boberg]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia e Inovação]]></category>

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		<description><![CDATA[Quantas vezes um e-mail que você mandou retornou com uma resposta estranha? Ou melhor, quantas vezes um e-mail que você enviou voltou com uma resposta? Entre todas as ferramentas de comunicação, o e-mail é um dos que mais apresenta possibilidades de erro. Isso porque, ao contrário do telefone, o e-mail não possui tom de voz....]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Quantas vezes um e-mail que você mandou retornou com uma resposta estranha?</p>
<p>Ou melhor, quantas vezes um e-mail que você enviou voltou com uma resposta?</p>
<p>Entre todas as ferramentas de comunicação, o e-mail é um dos que mais apresenta possibilidades de erro. Isso porque, ao contrário do telefone, o e-mail não possui <strong>tom de voz</strong>. Esse é o motivo também pelo qual as mídias sociais são um campo minado para interpretações equivocadas.</p>
<p>Mas, elas ainda são uma ferramenta menos utilizada do que o e-mail nas corporações. O bom e velho e-mail ainda é uma das ferramentas preferidas das empresas. Pena que as companhias nem sempre percebem sua importância. É comum, por exemplo, conflitos surgirem após e-mails que deveriam ser uma troca simples de informações.</p>
<p>Portanto, um e-mail bem escrito deveria ser uma regra nas empresas. E, acima de tudo, ter um propósito bastante claro.</p>
<p>Mas, como escrever um bom e-mail?</p>
<p>Um bom e-mail possui clareza para quem escreve e para quem vai ler. Quem escreve deve perceber, acima de tudo, que aquilo que é claro para si, nem sempre é nítido para quem lê. Então, preste atenção em alguns detalhes muito simples, mas relevantes na elaboração de um e-mail.</p>
<p><strong>Tenha um bom título</strong></p>
<p>Boa parte das pessoas não abre um e-mail por causa do título. Títulos muito genéricos como “reunião” ou “contabilidade” podem não traduzir muito sentido para quem lê. Faça um título que já indique sobre o que se trata. Por exemplo, “reunião de metas” é um título melhor que apenas “reunião.” Tome cuidado, apenas, para não criar um título muito grande.</p>
<p><strong>Coloque um assunto por e-mail</strong></p>
<p>Infelizmente, as pessoas estão lendo cada vez menos, principalmente no Brasil. Não dê margem para que seu e-mail seja lido pela metade. Então, seja sucinto em sua mensagem, direto, mas educado e gentil. Se precisar escrever sobre mais de um assunto, então crie outro e-mail.</p>
<p><strong>Assuntos delicados não devem ir para o e-mail</strong></p>
<p>Vale lembrar que e-mail não é consultório de Psicologia. Por isso, se você tem algum assunto delicado não o faça por e-mail. Temas como demissão, fazer um pedido urgente ou qualquer coisa que vá envolver um sentimento negativo, evite o e-mail.</p>
<p><strong>Brigas, jamais!</strong></p>
<p>Não é necessário dizer que brigas por e-mail nunca devem acontecer. Se você está chateado (e até irado) com alguém no trabalho, converse pessoalmente. Se isso não é possível, telefone. Mas, não use o e-mail para troca de ofensas e grosserias. Se alguém encaminhou um e-mail grosseiro para você, se levante e vai conversar pessoalmente com o “agressor”.</p>
<p><strong>Leia seu e-mail em voz alta</strong></p>
<p><strong>         </strong>Você criou um e-mail e está se sentindo seguro da mensagem que escreveu. Que bom! Então, antes de enviá-lo é hora de ler a mensagem em voz alta (alto para você, não é necessário ler para todos os que estão a seu redor). Você não repara, mas quando recebe um e-mail escuta uma voz interna (a sua) que vai narrando o e-mail na sua cabeça. Ler o e-mail em voz alta antes de mandar é entender o ritmo de sua escrita, se está mesmo compreensível para quem vai ler, se necessita de alguma alteração ou se não está dando um peso desnecessário a uma mensagem simples.</p>
<p>Agora, é só enviar seu e-mail. Simples assim.</p>
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		<title>Cultura do imediatismo: a prejudicial prática do agora</title>
		<link>https://culturacolaborativa.com/cultura-do-imediatismo-a-prejudicial-pratica-do-agora/</link>
		<comments>https://culturacolaborativa.com/cultura-do-imediatismo-a-prejudicial-pratica-do-agora/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 Mar 2016 14:29:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Douglas Lira]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia e Inovação]]></category>

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		<description><![CDATA[O tempo já não avança mais. Só o agora interessa. Com a disseminação de metodologias para gerenciar projetos, dependendo de como ele é conduzido, nos tornamos escravos do presente. Somos constantemente interrompidos por tarefas fora do escopo; equipes perdem a capacidade de planejar e fazer progressos em nome de um benefício comum. Desorientados, incapazes de...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O tempo já não avança mais. Só o agora interessa. Com a disseminação de metodologias para gerenciar projetos, dependendo de como ele é conduzido, nos tornamos escravos do presente. Somos constantemente interrompidos por tarefas fora do escopo; equipes perdem a capacidade de planejar e fazer progressos em nome de um benefício comum. Desorientados, incapazes de dar sentido histórico ao que acontece no projeto, vivem suspensos na urgência do momento, obrigando-os a dar conta de tudo ao mesmo tempo.</span></p>
<p>Algumas empresas colocam o consenso à frente dos grandes objetivos; e, em vez de acumular valores que agregam ao produto ou à empresa, preferem realizar transações satisfatórias apenas para aquele momento. Da mesma forma, segue o pensamento do desenvolvedor, ultrapassando tudo que foi aprendido para realizar e entregar algo que não foi pensado e planejado, partindo apenas da premissa: deixar funcionando a pleno vapor o que lhe foi solicitado. Pensamentos como esses, de que tudo é urgente, contaminam toda a equipe e ninguém sabe ao certo qual problema deve ser resolvido primeiro.</p>
<p>Se você reconheceu alguns dos sintomas descritos acima, não se surpreenda. Afinal, não se trata de uma trama distópica de ficção científica, mas de um diagnóstico sobre o mundo contemporâneo. O tempo deixou de ser um conceito linear para dar lugar a uma espécie de “instante prolongado”. Isso não significa que as metodologias de gestão de projetos sejam ruins, longe disso, o que existe é uma má utilização e adequação delas.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Metodologias de gestão, são como </span><i><span style="font-weight: 400;">frameworks</span></i><span style="font-weight: 400;">, capazes de prover componentes específicos para cada ação. Procure escolher o que mais se adequa a rotina da sua equipe e utilize-as para alcançar de forma saudável o ápice do projeto. Pensar desta maneira faz com que exista uma grande chance da metodologia escolhida ter sucesso, poupando tempo, esforço e dinheiro.</span></p>
<p>Entretanto a melhor metodologia de trabalho deve focar na compreensão de satisfação dos profissionais. Analisar, planejar e priorizar algo importante para alcançar o ápice do projeto é de suma importância, mas são apenas etapas.</p>
<p>Valeu galera até a próxima!! Abs.</p>
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		<title>3 passos para começar a utilizar o Flywheel Marketing</title>
		<link>https://culturacolaborativa.com/3-passos-para-comecar-a-utilizar-o-flywheel-marketing/</link>
		<comments>https://culturacolaborativa.com/3-passos-para-comecar-a-utilizar-o-flywheel-marketing/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 Mar 2016 17:41:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Thaís Moura]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia e Inovação]]></category>

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		<description><![CDATA[Isaac Newton diz, em sua teoria, que uma  vez que um corpo está em estado de inércia, sem nenhuma força agindo sobre si, ele continuará parado, porém, ao ser aplicada uma energia sobre este corpo, ele tende a movimentar-se e este movimento será contínuo. Essa teoria é conhecida como Teoria da Inércia ou Primeira Lei...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Isaac Newton diz, em sua teoria, que uma  vez que um corpo está em estado de inércia, sem nenhuma força agindo sobre si, ele continuará parado, porém, ao ser aplicada uma energia sobre este corpo, ele tende a movimentar-se e este movimento será contínuo. Essa teoria é conhecida como Teoria da Inércia ou Primeira Lei de Newton.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas, o que a teoria da Inércia tem a ver com marketing? Mais especificamente com Flywheel Marketing?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim como na Primeira Lei de Newton, o conceito de flywheel se caracteriza em dar um impulso inicial, e fazer com que o movimento se inicie, para que depois ele consiga ser auto suficiente. </span></p>
<p>Pense em uma engrenagem, que para começar a funcionar necessita de um impulso. Após isso, a tendência é que a engrenagem comece a trabalhar por sí só, pois o atrito que ela causa e a força que ela desprende é suficiente para fazê-la girar de modo constante.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo Rand Fishkin, CEO/founder da Moz, podemos utilizar o conceito flywheel no marketing digital seguindo três importantes pontos:</span></p>
<p><b><b><a href="/wp-content/uploads/2016/03/INT_01.png"><img class="alignleft size-full wp-image-5050" src="/wp-content/uploads/2016/03/INT_01.png" alt="INT_01" width="227" height="227" /></a>Invista mais e por mais tempo.</b></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O primeiro esforço é sempre o mais complicado, difícil e o que vai começar a fazer a roda girar. Após colocar um site, ou uma rede social no ar, o esforço para conseguir alguns poucos seguidores, alguns fãs ou alguns </span><i><span style="font-weight: 400;">leads </span></i><span style="font-weight: 400;">será muito grande. Porém, após algum tempo de dedicação, o esforço tende a ficar menor, e os resultados parecem ser alcançados mais facilmente. Assim fica fácil perceber que o número de seguidores, fãs ou </span><i><span style="font-weight: 400;">leads</span></i><span style="font-weight: 400;"> começa a crescer exponencialmente e o sucesso acaba aparecendo de maneira natural.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Investindo o tempo certo e usando as ferramentas e técnicas certas de SEO, utilizando web semântica para </span><a href="http://imasters.com.br/design-ux/arquitetura-da-informacao/como-usar-rich-snippets/?trace=1519021197&amp;source=single"><i><span style="font-weight: 400;">Rich Snippets</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, enriquecendo assim o seu resultado na SERP, entregando sempre um conteúdo bacana e segmentado para o seu público, os resultados começam a aparecer. O importante é dedicar o tempo certo, e se ainda houver dúvidas se o tempo dedicado foi o suficiente, a resposta é: dedique mais tempo, até não sobrar dúvidas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quanto mais pessoas acessarem o seu conteúdo e mais relevante for o seu site, mais pessoas vão ter acesso a ele, pois isso gera um efeito bola de neve.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para que as pessoas comecem a se interessar em seu conteúdo, é possível utilizar ferramentas pagas que podem encurtar o caminho, trazendo mais pessoas de uma forma rápida. Mas trabalhar apenas ferramentas pagas, como </span><i><span style="font-weight: 400;">adwords</span></i><span style="font-weight: 400;">, anúncios em site e publicidade paga no Facebook não adiantará nada sem investimentos em ferramentas para aprimorar o seu site, como um conteúdo interessante, SEO etc. Um alto investimento em </span><i><span style="font-weight: 400;">ads </span></i><span style="font-weight: 400;">não garante que um site apareça em primeiro lugar nas buscas. Por isso é importante investir também no orgânico. Trabalhando as ferramentas citadas, a busca orgânica se bem trabalhada pode alcançar um resultado muito maior do que o obtido através de uma paga!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outras ferramentas interessantes que podem ser utilizadas para tornar o seu negócio mais conhecido, são ferramentas de </span><i><span style="font-weight: 400;">retargeting</span></i><span style="font-weight: 400;"> e de </span><i><span style="font-weight: 400;">remarketing</span></i><span style="font-weight: 400;">. Através delas, mais pessoas chegarão ao seu conteúdo, aumentando a possibilidade de cativá-las e torná-las consumidoras assíduas de seu conteúdo ou de sua marca.</span></p>
<p><b><a href="/wp-content/uploads/2016/03/INT_02.png"><img class="alignleft size-full wp-image-5051" src="/wp-content/uploads/2016/03/INT_02.png" alt="INT_02" width="227" height="227" /></a>Aceite os erros e as falhas, pois eles vão acontecer.</b></p>
<p>Muitos desistem antes da hora, perdendo oportunidades de crescimento. Aceitam que falharam, e simplesmente partem para outra, acreditando que aquilo realmente não poderia ter dado certo.</p>
<p>Enquanto isso, muitos outros vão superar expectativas, chegando a lugares nunca antes alcançados, pois insistiram até o momento oportuno que os fez chegar além do que imaginavam.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entender então que os erros acontecem é um ponto essencial para a implantação correta do Marketing de Impulso (</span><i><span style="font-weight: 400;">flywheel marketing</span></i><span style="font-weight: 400;">). Porque errar é importante! Com tantas mudanças, tantas atualizações e novidades, é fundamental testar &#8211; com consciência, sempre &#8211; e esses testes podem levar a equívocos ocasionais. Analisá-los e entender o que ocorreu e porque não deu certo é primordial.</span></p>
<p>Além disso, é muio importante se atentar ao momento certo das coisas, prestar atenção no que está acontecendo e se preparar, para no momento oportuno se destacar. Este “pulo do gato” pode levar o seu negócio ao próximo patamar de um dia para o outro.</p>
<p><b><a href="/wp-content/uploads/2016/03/INT_03.png"><img class="alignleft size-full wp-image-5052" src="/wp-content/uploads/2016/03/INT_03.png" alt="INT_03" width="227" height="227" /></a>Viva o flywheel.</b></p>
<p>Em praticamente tudo que fazemos na vida, precisamos de um esforço primordial. Para aprender a andar de bicicleta, alguém teve que dar um empurrão inicial e então você se empenhou até conseguir andar os primeiros metros sozinho, e depois de alguns quilômetros percorridos, as pedaladas já haviam se tornado algo natural. Depois de atingir uma certa velocidade, nem pedalar era necessário, pois a velocidade da bicicleta era suficientemente grande para o impulso fazê-la andar sozinha.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim como acontece na nossa vida offline, para atingir sua meta, conseguir tornar seu negócio conhecido ou aumenta as vendas do seu </span><i><span style="font-weight: 400;">e-comercce</span></i><span style="font-weight: 400;">, é preciso de um esforço inicial &#8211; é preciso de muito esforço inicial! Até que chega um ponto, em que todo aquele esforço se torna algo natural. Os </span><i><span style="font-weight: 400;">leads</span></i><span style="font-weight: 400;"> vão aumentando, já não é tão difícil alcançar boas posições na SERP, o conceito de SEO é fácil de ser aplicado e o seu conteúdo se torna conhecido e replicado. Sua marca começa a ser citada por outras pessoas e até mesmo por outros sites.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É possível visualizar o conceito de </span><i><span style="font-weight: 400;">flywheel</span></i><span style="font-weight: 400;"> em tudo relacionado ao marketing digital. Podemos usar o exemplo dos anúncios patrocinados do Facebook: após um trabalho prolongado, com campanhas bem estruturadas, conteúdo relevante e resultados positivos, é possível perceber que a dependência de anúncios patrocinados começa a diminuir, e mesmo se as campanhas frequentes, os números continuam crescendo, até que não será mais necessário investir naquele tipo de publicidade, pois organicamente, seus resultados se tornaram excelentes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse conceito também se aplica ao branding. Quanto mais consolidada está sua marca no mercado, mais pessoas vão falar sobre ela, tornando-as mais conhecida, no meio online e offline. </span></p>
<p>Concluímos assim, que para atingir o sucesso tão desejado, utilizando as ténicas do Marketing de Impulso, é necessário ter um investimento a longo prazo e muito bem estruturado, entender que os erros podem acontecer e que é possível aprender muito com eles, sempre utilizando o conceito de flywheel no marketing digital.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">E então você perceberá em longo prazo que fez a melhor escolha, e que girar a roda é tão fácil, que você nem se lembrará da força que teve que fazer para ele sair da inércia e entrar em um movimento constante. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Falando de futebol e inovação</title>
		<link>https://culturacolaborativa.com/falando-de-futebol-e-inovacao/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Mar 2016 16:45:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cultura Colaborativa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia e Inovação]]></category>

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		<description><![CDATA[[Por Marcelo Paes*] Falar de inovação está tão corriqueiro que as pessoas e as organizações parecem estar falando sobre futebol. Todos têm opiniões e soluções infalíveis e certamente fariam diferente do que vem sendo feito por outros, especialmente pelos concorrentes. Poucos, porém, têm conhecimento técnico e prático para isso. Não desenvolveram um condicionamento físico, não...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>[Por Marcelo Paes*]</em></p>
<p>Falar de inovação está tão corriqueiro que as pessoas e as organizações parecem estar falando sobre futebol. Todos têm opiniões e soluções infalíveis e certamente fariam diferente do que vem sendo feito por outros, especialmente pelos concorrentes.</p>
<p>Poucos, porém, têm conhecimento técnico e prático para isso. Não desenvolveram um condicionamento físico, não passaram pelas categorias de base, nunca jogaram futebol. E aí fica mais difícil serem técnicos. São deslizes frequentemente cometidos por pura ignorância a respeito de um tema não exatamente novo, mas que exige uma visão atualizada e dinâmica ao ser tratado.</p>
<p>Eu mencionava em minha dissertação de mestrado que, para ser gerenciada, a inovação precisa ser compreendida. Um dos mais incômodos problemas na gestão da inovação é que ela é entendida de formas muito variadas. Em sentido mais amplo, a palavra vem do latim innovare que significa “fazer algo novo”. Inovação é um processo de fazer de uma oportunidade uma nova ideia e de colocá-la em uso da maneira mais ampla possível.¹ Mas não é só isso.</p>
<p>Desde 1985 Peter Druker fala que “a inovação é a ferramenta específica de empreendedores, por meio da qual exploram a mudança como uma oportunidade para diferentes negócios ou serviços. É passível de ser apresentada como uma disciplina, passível de ser aprendida, passível de ser praticada”. E o que são os executivos de hoje senão “intra-empreendedores”? Também dá para alcançar vantagem competitiva a partir de novas tecnologias e novas formas de fazer as coisas, como disse Michael Porter. Só não dá para ser baseada na opinião.</p>
<p>Para quem não é técnico de futebol de verdade – como eu –, assistir aos jogos pela TV talvez seja a melhor forma de dar vasão ao entusiasmo e à certeza de que pode fazer diferente e melhor. Mas para alcançar vantagem competitiva, conhecer inovação e a importância de geri-la de maneira sistemática trarão mais consistência aos resultados estratégicos de diferenciação. A partir daí, dizer que faria diferente terá mais credibilidade.</p>
<p>Até mais!</p>
<p>¹ <strong><span style="font-weight: 400;">TIDD, Joe; PAVITT, Keith; BESSANT, John. Gestão para inovação. Porto Alegre, Bookman: 2008.</span></strong></p>
<p>_______________</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2016/03/Marcelo_Paes_PHOTO.jpg"><img class="alignleft wp-image-4996" src="/wp-content/uploads/2016/03/Marcelo_Paes_PHOTO.jpg" alt="Marcelo_Paes_PHOTO" width="180" height="240" /></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Publicitário e especialista em Marketing pela FGV, tem atuado há 20 anos como executivo em indústrias de segmentos diversos e em multinacionais, acumulando sólida vivência em marketing corporativo dos setores de serviços, indústria e varejo. Mestre em Design, é colaborador do Instituto de Marketing Industrial de São Paulo para diversos setores da economia (B2B). Diretor Executivo e Consultor da Tantum Inovação, também atua como docente em instituições como ESPM e UNISINOS nas áreas de Marketing, Inovação e Empreendedorismo. É pesquisador e autor de artigos científicos sobre Inovação Aberta e Inovação pelo Design em congressos nacionais e internacionais. Casado e pai de três crianças incrivelmente inovadoras.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Tempo é o principal valor entregue por uma Plataforma de comunicação colaborativa</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Mar 2016 14:14:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[França]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia e Inovação]]></category>

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		<description><![CDATA[A comunicação é cada vez mais necessária e importante às empresas. É através dela que o fluxo de interesses da corporação circula. Missão, visão, valores, objetivos e metas e até um convite à festas são vertidos pelos canais de comunicação. Até aí tudo bem, nenhuma novidade. Todos estes pontos, de fato, acontecem em todas as empresas;...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A comunicação é cada vez mais necessária e importante às empresas. É através dela que o fluxo de interesses da corporação circula. Missão, visão, valores, objetivos e metas e até um convite à festas são vertidos pelos canais de comunicação.</p>
<p>Até aí tudo bem, nenhuma novidade. Todos estes pontos, de fato, acontecem em todas as empresas; elas tendo canais de comunicação ou não. A diferença é que quando não há, ou eles são mal geridos, um macaco prego torna-se um king-kong em segundos.</p>
<p>Na maioria das vezes a comunicação se materializa em canais como mural, jornal, etc. Eles são os mais variáveis, porém sua eficácia nem sempre.</p>
<p>Segundo <a href="http://materiais.socialbase.com.br/infografico-perfil-do-profissional-de-comunicacao-interna-no-brasil" target="_blank">estudo realizado pela SocialBase</a>, o mural é a ferramenta mais utilizada pelas empresas. Este canal está presente em 70% das organizações no país, porém sua taxa de rejeição é também a mais alta: 57%.</p>
<p>Erik Santos, mestre em gestão estratégica pela UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), detalha que em uma das empresas onde atuou um dos elementos de comunicação utilizados era o mural, contudo explica: devido a grande quantidade de colaboradores e a má distribuição da ferramenta sua eficácia era inibida. Além disso, “não era visualmente atrativo”, finaliza.</p>
<p>Outras ferramentas como TV, jornal e intranet tradicional apresentam taxas de usabilidade e rejeição intermediárias. Entre elas, há o destaque as pouco utilizadas intranetes sociais ou Plataformas\Redes Sociais Corporativas.</p>
<p>De acordo com os dados, apenas 33% das organizações possuem a ferramenta; o diferencial está na sua aprovação. 54% dos entrevistados garantem que a plataforma atende as demandas da empresa e de seus colaboradores, gerando maior produtividade e satisfação entre os usuários.</p>
<p>Para Washington Monteiro, assistente de Trade Marketing da PlayStation (PS) Brasil, o uso de uma plataforma colaborativa foi a alternativa encontrada para suprir a necessidade de uma comunicação rápida e efetiva.</p>
<p>A PS usa a plataforma, fornecida pela <a href="http://www.socialbase.com.br/" target="_blank">SocialBase</a>, para se comunicar com seus consultores fora do escritório. Há cerca de um ano e meio utilizando o produto, Monteiro conta que além da melhora na comunicação a gestão do tempo é o principal benefício sentido. “Se tornou mais prático compartilhar e consolidar os conteúdos, isso é um ganho inestimável”, comenta.</p>
<p>Segundo ele, há casos onde a economia de<a href="/tempo-e-tempo-vale-muito-mais-que-dinheiro-2/" target="_blank"> tempo</a> traz impacto direto no negócio. “Imagine que você tenha uma equipe de 15 consultores, dos quais, apenas 2 estão em sua cidade. Já pensou ter que ligar para todos e pedir as fotos por e-mail? Hoje, basta entrarmos na ferramenta e usarmos as fotos compartilhadas. Simples, prático e rápido”.</p>
<p>Vinícius Bento, analista de Customer Success da SocialBase, explica que esta facilidade é garantida pelo uso do <em>app mobile</em> do SocialBase, que é fornecido no modelo SaaS, possibilitando o acesso à comunicação e informação a todos em qualquer lugar.</p>
<p><strong>Produtividade e engajamento</strong></p>
<p>Outra questão levantada por Monteiro foi o aumento da produtividade e da interação entre os consultores. Ele defende que o produto sustentou a melhora de desempenho e promoveu uma competição saudável, “de quem faz mais bonito e melhor. Em paralelo, há a cooperação de sempre ajudar o colega com ideias e dicas. O que é muito bom”, comenta.</p>
<p>Além disso, pela ferramenta dar visibilidade ao trabalho de todos, a gestão tem um olhar mais atencioso sobre o que está acontecendo na empresa. “Olhamos como há a interação de atividades, dicas compartilhadas no SocialBase, ajuda na dúvida do amigo, compartilhamento de conteúdo novo, etc”, finaliza.</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2016/03/INFOGRAFICO.png"><img class=" size-full wp-image-5018 aligncenter" src="/wp-content/uploads/2016/03/INFOGRAFICO.png" alt="INFOGRAFICO" width="614" height="1168" /></a></p>
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		<title>Por que ainda usamos email?</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Mar 2016 19:17:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[França]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia e Inovação]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo pesquisa, 52% dos brasileiros perdem mais de uma hora diariamente com emails desnecessários. Por desnecessários você pode interpretar qualquer coisa, desde uma informação Mama, just killed a man equivocada, um email sem clareza ou um vídeo de um gato fazendo peripécias. Mas ele é tão fofo! Infelizmente toda essa fofura além de tirar o foco...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Segundo pesquisa, 52% dos brasileiros perdem mais de uma hora diariamente com emails desnecessários. Por desnecessários você pode interpretar qualquer coisa, desde uma informação </span><i><span style="font-weight: 400;">Mama, just killed a man</span></i> <span style="font-weight: 400;">equivocada, um email sem clareza ou um vídeo de um gato fazendo peripécias. Mas ele é tão fofo! </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Infelizmente toda essa fofura além de tirar o foco </span><i><span style="font-weight: 400;">feliz aniversário, envelheço na cidade</span></i><span style="font-weight: 400;"> do profissional sobre a atividade desenvolvida o leva a perpetuar a ‘maldição’ dos emails, como uma espécie de corrente, tipo aquelas do orkut, lembra?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Porém, a questão central é: por que ainda o usamos?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Afinal, são infindáveis as pesquisas a </span><i><span style="font-weight: 400;">Ground control to Major Tom</span></i><span style="font-weight: 400;"> apontar suas mazelas e como a ferramenta atrapalha na rotina diária de profissionais. Em uma pesquisa rápida no Google há estudos e afirmações como: empresas querem o fim do uso do email  datadas de 2007. Ou seja, lá se vão 8 anos e ainda estamos </span><i><span style="font-weight: 400;">The sentient is sent to seek out all the truth</span></i><span style="font-weight: 400;"> discutindo o fim de uma ferramenta que parece ser essencial ao nosso trabalho.</span></p>
<p>Ao menos isso é o que aponta a pesquisa realizada com profissionais de três estados (SC, SP e RJ)  e entrevistados citados na matéria de abertura da Revista do Cultura de Outubro, que você pode assinar <a href="http://materiais.socialbase.com.br/revista-digital-cultura-colaborativa?utm_source=Blog&amp;utm_medium=BarraLateral&amp;utm_campaign=RevistaJaneiro" target="_blank">aqui</a> &#8211; a revista é mensal e gratuita.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Você deve ter percebido algumas intervenções desconexas no texto. Elas não fazem parte de um sistema para uma nova ordem mundial ou assim como a pontuação, são deslizes do redator; elas são propositais, postas para atrapalhar e promover o mesmo efeito que a sua caixa de entrada pode ter no seu dia a dia.</span></p>
<p>As intervenções são trechos de músicas tocadas na rádio enquanto escrevia e editava o texto, as frase foram tiradas das músicas:</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Bohemian Rhapsody, Queen<br />
</span>Envelheço na Cidade, IRA<br />
Space Oddity, Bowie<br />
The book of souls, Iron Maiden</p>
<p>&lt;&lt; este texto é o  editorial da edição de Outubro da <a href="http://materiais.socialbase.com.br/revista-digital-cultura-colaborativa?utm_source=Blog&amp;utm_medium=BarraLateral&amp;utm_campaign=RevistaJaneiro" target="_blank">Revista do Cultura Colaborativa</a> &gt;&gt;</p>
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		<title>Automação de marketing X email marketing</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Feb 2016 14:34:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Herbert Lopes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia e Inovação]]></category>

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		<description><![CDATA[[por: Aquiles Casabona] Automação de marketing Muitos confundem a automação de marketing com o e-mail marketing. Apesar de ambas serem técnicas que utilizam o e-mail e visam aumentar a conversão de vendas, elas não significam a mesma coisa. Tem dúvidas sobre o assunto? Então aproveite para esclarecê-las agora! Preparamos esse texto para mostrar como são...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>[por: <a href="http://superstorm.com.br/author/aquiles/" target="_blank">Aquiles Casabona</a>]</em></p>
<p><strong>Automação de marketing</strong></p>
<p>Muitos confundem a <strong>automação de marketing</strong> com o e-mail marketing. Apesar de ambas serem técnicas que utilizam o e-mail e visam aumentar a conversão de vendas, elas não significam a mesma coisa. Tem dúvidas sobre o assunto? Então aproveite para esclarecê-las agora! Preparamos esse texto para mostrar como são diferentes e quando cada uma deve ser utilizada. Boa leitura.</p>
<p><strong>Do que se trata o e-mail marketing?</strong><br />
O e-mail marketing é ideal para se relacionar com seus atuais e futuros consumidores, os chamados leads. No caso dos clientes da empresa, as informações enviadas pelo e-mail marketing podem visar um retorno de quem já comprou, mas que pode se interessar em adquirir novamente o produto ou serviço.</p>
<p>No caso dos leads, o e-mail marketing é uma boa ferramenta para fornecer informações sobre os produtos e serviços oferecidos, nutrindo aquele contato para que ele possa tomar uma decisão de compra em um futuro breve.</p>
<p>Para uma campanha eficiente, é importante fazer uma segmentação do público e dos correios eletrônicos enviados. Existe uma diferença entre os que são enviados para clientes atuais dos que são remetidos para os futuros compradores. O e-mail marketing é uma ferramenta é excelente, mas seu problema surge quando o volume de envios cresce e se torna cada vez mais inviável realizar a segmentação e o envio de forma eficiente.</p>
<p><strong>Quais as vantagens da automação de marketing?</strong><br />
A automação proporciona o envio de e-mails de maneira eficiente para uma base de contatos grande, permitindo a segmentação e a agilidade desejadas de forma automática.</p>
<p>Por exemplo, um indivíduo acessa uma página onde se cadastra para baixar um ebook de uma empresa que oferece consultoria financeira. Ele acaba de dar o primeiro passo para se tornar um cliente e a companhia enviará informações para que ele se torne um. Estes materiais serão selecionadas considerando os dados pessoais e o <a href="http://appstudiobrasil.com.br/como-produzir-conteudo-para-cada-etapa-do-funil-de-vendas/" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;">estágio no funil de vendas</span></a>. Conforme recebe as informações, esse contato poderá começar a se interessar mais pelos serviços daquela organização e o conteúdo que é enviado para ele mudará, tornando-se mais focado em valores e promoções, induzindo o potencial consumidor para que tome sua decisão de compra.</p>
<p>Na automação, cada etapa de envios é pré-definida conforme os acessos que aquele lead executa – que páginas ele acessa, em que links ele clica, por quais os conteúdos ele demonstra interesse, etc. Um <a href="http://appstudiobrasil.com.br/4-pontos-basicos-para-estabelecer-um-fluxo-de-automacao-de-marketing/" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;">fluxo bem planejado</span></a>torna o processo muito mais eficaz e independe de uma equipe para definir os envios para cada cliente, economizando tempo e dinheiro.</p>
<p><strong>Qual é o tipo ideal para sua empresa?</strong><br />
Como vimos, a automação e o e-mail marketing não são a mesma coisa, mas são estratégias que podem ser complementares. Se a sua empresa tem uma quantidade de leads muito grande, com certeza a automação é mais indicada, pois permite mais agilidade e bons resultados na hora da nutrir esse público com informações. Porém, se a sua empresa ainda possui uma quantidade de leads reduzida, uma estratégia de e-mail marketing pode ser muito eficaz. Ela também é eficiente como método de fidelização para aqueles que já são clientes, trabalhando em conjunto com uma estratégia de automação.</p>
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		<title>E-commerce B2B e Trade Digital: a nova oportunidade nos tempos de crise!</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2016 12:24:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cultura Colaborativa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia e Inovação]]></category>

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		<description><![CDATA[por Taís Zanforlin Joia* Me arrisco a dizer que Plataformas associadas aos conceitos de trade serão um inovador modelo de negócio dentro das companhias. Principalmente com a crise que o país vive hoje. Precisamos inovar e expandir os negócios e nada mais relevante que pensar neste momento; em plataformas digitais atreladas à Programas de Incentivo para...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>por <i>Taís Zanforlin Joia*</i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Me arrisco a dizer que </span><a href="http://www.socialbase.com.br"><span style="font-weight: 400;">Plataformas associadas aos conceitos de trade</span></a><span style="font-weight: 400;"> serão um inovador modelo de negócio dentro das companhias. Principalmente com a crise que o país vive hoje. Precisamos inovar e expandir os negócios e nada mais relevante que pensar neste momento; em plataformas digitais atreladas à Programas de Incentivo para os clientes internos e externos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Enquanto 1 vendedor atende hoje 100 clientes, com a tecnologia digital ele poderá atender o dobro ou mais, isso pensando apenas com o uso isolado da plataforma. Vamos lá, imagine fidelizar e motivar os compradores e influenciadores com o respaldo da tecnologia ao trade. Isso é a inovação aplicada a campanha de incentivo em ação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quanto mais os clientes usarem o B2B, mais tempo o vendedor terá para ir atrás de novos clientes e principalmente apresentar outros produtos da marca que geram maior rentabilidade, melhorando muito o resultado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro ponto relevante é que a busca de informação, posição de pedido, entrega, estoque, podem agora serem feitos online, assim liberando a equipe de vendas de atividades operacionais e ganhando mais confiança do cliente, onde verá em tempo real o status do seu pedido.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em resumo, todos ganham: cliente, vendedor e representante. A fidelização está feita.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E me pergunto, como as empresas ainda não estão adeptas a este tipo de ferramenta?</span></p>
<p><strong><span style="font-weight: 400;">Acho que devemos sair um pouco da caixa.</span></strong></p>
<p>______________________________________</p>
<p>* <i>Taís Zanforlin Joia é gerente de trade marketing na Vertis e-commerce</i></p>
]]></content:encoded>
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		<title>A morte e o renascimento do e-mail</title>
		<link>https://culturacolaborativa.com/a-morte-e-o-renascimento-do-e-mail/</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Feb 2016 11:12:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[França]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia e Inovação]]></category>

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		<description><![CDATA[[por Patrick Pedreira via Istoé Dinheiro] O e-mail foi criado sob o pretexto de, dentre outras coisas, aumentar a nossa produtividade. Mas se observarmos como as coisas foram evoluindo, talvez, ele já não cumpra tão bem essa função. Ele não deve desaparecer num futuro tão próximo, mas muitas alternativas ganharão cada vez mais força e,...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/negocios/20160121/morte-renascimento-e-mail/336116" target="_blank"><em>[por Patrick Pedreira via Istoé Dinheiro]</em></a></p>
<p>O e-mail foi criado sob o pretexto de, dentre outras coisas, aumentar a nossa produtividade. Mas se observarmos como as coisas foram evoluindo, talvez, ele já não cumpra tão bem essa função. Ele não deve desaparecer num futuro tão próximo, mas muitas alternativas ganharão cada vez mais força e, talvez, nos próximos anos sua importância diminua num ritmo muito grande.</p>
<p>É necessário reformular seu atual modelo. Eu acredito que isso tende a acontecer. Dentre os serviços oferecidos pela internet, o e-mail é aquele que menos “evoluiu”. Hoje, temos sites dinâmicos, home banking e lojas virtuais, mas o serviço de e-mail pouco ou nada mudou. Lembro-me da minha primeira conta de e-mail, por volta de 1996, e tudo ainda funciona praticamente igual.</p>
<p>Com o grande volume de spams que tomou conta da internet, gastamos muito tempo limpando manualmente as nossas caixas de entrada ou criando ferramentas que eliminem esse tipo de mensagens. Como podemos ser mais produtivos se perdemos tanto tempo “respondendo e-mails” que pipocam aos montes nas nossas telas e, destacados em negrito na tela, aguardam pacientemente as nossas respostas e atenção especial? Se adotarmos então o objetivo de zerarmos a nossa caixa de entrada no dia (“inbox zero”), não sei se teremos tempo de fazer outras coisas.</p>
<p>As empresas e as pessoas sentem que o modelo atual de e-mail, de uma forma ou de outra, acaba por gerar algum tipo de estresse sobre os usuários e começam até mesmo questionar a sua capacidade de aumentar nossa produtividade.</p>
<p>Com sites cada vez mais informativos, responsivos, interativos e com assistentes pessoais inteligentes, o número de mensagens que chega para as empresas e mesmo para as pessoas tende a diminuir. E isso, com certeza, diminuirá a importância dos e-mails ou acarretará num processo de remodelação.</p>
<p>Não é à toa que a Google lançou recentemente e tem procurado popularizar o sucessor do Gmail, chamado de Inbox. As mudanças propostas não são apenas visuais, a ideia é criar algo que represente uma evolução do e-mail.</p>
<p>Essencialmente o que se busca com esta nova ferramenta é uma forma mais eficiente de lidar com e-mails, permitindo eliminar rapidamente o que não interessa e deixando com que os usuários possam se focar nas mensagens realmente importantes.</p>
<p>O Inbox permite agrupar de modo muito mais eficiente as mensagens em categorias prontas ou em categorias criadas pelo próprio usuário. É possível eliminar de modo muito mais fácil as mensagens de certa categoria que não te interessa.</p>
<p>Outra novidade muito bacana é a possibilidade de apagar um e-mail apenas temporariamente, não sendo necessário deixá-lo marcado como não lido (em negrito), ocupando espaço, aumentando a contagem dos e-mails não respondidos, gerando aflição e estresse (lembre-se da meta do “inbox zero”) . No momento mais oportuno, definido pelo usuário, esse e-mail voltará a aparecer na sua caixa de entrada, como num passe de mágica.</p>
<p>Outro ponto interessante é que o conteúdo das mensagens é “processado automaticamente” e, em vez de nos mostrar simplesmente o título da mensagem, o Inbox já traz as principais informações não sendo necessário nem abrirmos o e-mail. Por exemplo, em um e-mail de compra numa loja virtual, o Inbox exibe, já na caixa de entrada, a foto do produto comprado e o seu o prazo de entrega. No caso de passagens aéreas já são exibidas as informações sobre o voo (número, destino, horário).</p>
<p>O Inbox trabalha também com a possibilidade de geração de respostas automáticas de acordo com o conteúdo do e-mail, ou seja, respostas bem contextualizadas. Por exemplo, se seu amigo te escreve perguntando &#8220;onde você passará as férias?&#8221;, a ferramenta possibilitará escolher algumas opções &#8220;prontas&#8221; de respostas tais como: &#8220;Ainda não planejei nada&#8221;, &#8220;em breve te encaminho as possibilidades&#8221; ou &#8220;estou ainda decidindo&#8221;. A ideia é que a máquina entenda o conteúdo da mensagem e consiga formular possíveis respostas coerentes.</p>
<p>Além dessa tentativa de reformulação do e-mail, outras ferramentas de comunicação começam a ganhar força no mundo corporativo e são uma alternativa à simples troca de e-mails. Sistemas de mensagens colaborativas tais como HipChat, Yammer, Slack, Sanebox, Mailstrom, Inbox Pause e Xobni, dentre outros, estão sendo cada vez mais usados.</p>
<p>As empresas têm gradualmente adotado políticas de e-mail mais rigorosas ao longo dos últimos anos. A Volkswagen adotou uma política que limitava o envio de e-mails a partir de seus servidores após o fim da jornada de trabalho; outras empresas têm adotado uma “libertação” dos e-mails durante as duas últimas semanas do ano. Em 2011, a empresa francesa Atos proibiu completamente o e-mail interno. Apesar de afrouxar um pouco depois de algum tempo, conseguiu reduzir em 60% o volume de e-mails e levou a uma utilização mais eficaz da plataforma de mensagens interna da empresa.</p>
<p>Talvez a maior mudança vem da Alemanha, que tem um projeto de lei chamado de &#8220;regulamento antistresse&#8221; que proíbe, entre outras coisas, o envio de e-mails fora da jornada de trabalho.</p>
<p>Creio que a partir de 2016 essa questão de busca de soluções eficazes de gerenciamento de e-mail estará em alta, até mesmo porque empresas como Google, Microsoft e IBM têm feito pesquisas no sentido de &#8220;reinventar&#8221; o e-mail.  Com as grandes evoluções que temos acompanhado, principalmente nas áreas de Inteligência Artificial e Mineração de Dados, muitas mudanças virão.</p>
<p>Prevejo a morte do modelo atual do e-mail como conhecemos hoje e quem sabe o seu renascimento com uma roupagem completamente diferente. Uma nova forma de trocar e processar mensagens está a caminho e isso será bom para todos.</p>
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