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	<title>Cultura Colaborativa &#187; Comunicação Interna</title>
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		<title>A comunicação Interna e os nãos</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Apr 2016 19:11:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[França]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação Interna]]></category>

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		<description><![CDATA[A área do jornal, dos comunicados, das festas e eventos. Muitas vezes, a comunicação se vê como a pastelaria do Chico. Contudo, a culpa por este estigma pode ser dela mesmo. Renato Martinelli, Consultor de Treinamentos e de Educação Corporativa, defende ser a comunicação responsável pelo seu rótulo. Isto é, se na organização a área...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A área do jornal, dos comunicados, das festas e eventos. Muitas vezes, a comunicação se vê como a pastelaria do Chico. Contudo, a culpa por este estigma pode ser dela mesmo.</p>
<p>Renato Martinelli, Consultor de Treinamentos e de Educação Corporativa, defende ser a comunicação responsável pelo seu rótulo. Isto é, se na organização a área não é protagonista e contenta-se em emitir comunicados das decisões que ela não participou, ela vai continuar sendo pastelaria e no fim do dia sempre será: um de carne e dois de queijo.</p>
<p>Por outro lado, se a comunicação busca mostrar-se de uma maneira estratégica e traça uma linha de confiança com seus públicos, ela torna-se relevante para todos e promove, entre outras coisas, a ideia de engajamento.</p>
<p>Confira a seguir as percepções e conselhos do profissional sobre como a comunicação interna deve postar-se nas organizações.</p>
<p><a href="http://materiais.socialbase.com.br/a-comunicacao-interna-e-os-naos" target="_blank"><img class=" size-full wp-image-5171 aligncenter" src="/wp-content/uploads/2016/04/cta.png" alt="cta" width="600" height="300" /></a></p>
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		<title>O que são práticas efetivas de comunicação</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Apr 2016 17:37:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[França]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação Interna]]></category>

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		<description><![CDATA[“Reputação, o bem mais caro e precioso de qualquer instituição”. A frase de Vicky Bloch, professora da FGV, resume a missão dos executivos em relação a marca a qual representam. São eles, a linha de frente na defesa da imagem de uma empresa, seja ela interna ou externa. Contudo, se esta manutenção não é feita...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">“</span><a href="/a-comunicacao-precisa-ser-prioridade-para-a-companhia/"><span style="font-weight: 400;">Reputação, o bem mais caro e precioso de qualquer instituição</span></a><span style="font-weight: 400;">”. A frase de Vicky Bloch, professora da FGV, resume a missão dos executivos em relação a marca a qual representam. São eles, a linha de frente na defesa da imagem de uma empresa, seja ela interna ou externa. Contudo, se esta manutenção não é feita com seu público interno, não adianta vender a figura de bom moço para fora. </span></p>
<p>De acordo com a profissional, a comunicação deve ser prioridade nas empresas. Ela não pode ser algo que está em segundo plano, que desperta interesse apenas quando há crises de imagem.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Porém, percebi durante o período de quase dois anos na área de CI, que há muitas dúvidas sobre processos e práticas efetivas de comunicação. </span><a href="http://materiais.socialbase.com.br/infografico-perfil-do-profissional-de-comunicacao-interna-no-brasil"><span style="font-weight: 400;">Segundo pesquisa de 2015</span></a><span style="font-weight: 400;">, este é o maior problema para alcançar o sucesso em suas empresas. Em segundo lugar está a falta de apoio da gestão (20%) e em terceiro a falta de ferramentas de comunicação (9%).</span></p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2016/04/INT_15_04.png"><img class=" size-full wp-image-5147 aligncenter" src="/wp-content/uploads/2016/04/INT_15_04.png" alt="INT_15_04" width="600" height="268" /></a></p>
<p>Para tentar responder a esta questão conversamos com especialistas da área que nos apresentaram os seguintes pontos:</p>
<p><span style="font-weight: 400;"><a href="/wp-content/uploads/2016/04/fabio.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5145" src="/wp-content/uploads/2016/04/fabio.jpg" alt="fabio" width="97" height="98" /></a>Mais do que a falta de processos e práticas efetivas de comunicação, falta uma certa dose de constância de propósito. O que quero dizer é que muitas empresas possuem processos muito bem estruturados de comunicação, porém, no dia a dia, essas diretrizes não são praticadas, pois não condizem com a necessidade do negócio – o que gera uma insatisfação por parte dos comunicadores, que se sentem pressionados pela falta de tempo. Por isso, vejo como práticas efetivas de comunicação: seguir os prazos, hierarquias, papéis e responsabilidade descritos no seu próprio processo; mensurar a efetividade das ações, para garantir a aderência do processo e; estar inserida na estratégia da empresa, ou seja, apoiar verdadeiramente o negócio no atingimento dos resultados. </span><b>Flávio Benetti, grupo Multivarejo</b></p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2016/04/isabela.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5148" src="/wp-content/uploads/2016/04/isabela.jpg" alt="isabela" width="97" height="98" /></a>Para, de fato, melhorar as práticas de comunicação interna de uma empresa o primeiro passo é realizar uma pesquisa para saber se os meios existentes atendem as necessidades informativas dos públicos. Além de realizar estas pesquisas periodicamente, é preciso sempre envolver os públicos nos processos de produção de conteúdo, criando fóruns e áreas para envio de sugestões nos portais corporativos.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Após conhecer como funcionam as práticas comunicativas e identificar o que pode ser aprimorado, é adequado produzir manuais que sintetizem as melhores práticas, por exemplo: dicas de bom uso do email corporativo, que conteúdos postar na intranet, dentre outros; Porém, não basta ter manuais, além dessa padronização, é preciso realizar treinamentos e escolher, em setores estratégicos, colaboradores que sejam fontes de pautas. </span><b>Isabela Pimentel, especialista em comunicação integrada</b></p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2016/04/cintia.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5144" src="/wp-content/uploads/2016/04/cintia.jpg" alt="cintia" width="97" height="98" /></a>As melhores práticas de comunicação tem como base: agilidade (a empresa tem que ser a fonte mais rápida de informação ao seu público) e a transparência (dar a notícia, mesmo que seja ruim).<b><br />
</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com essas práticas instaladas, o processo de comunicação tende a cumprir o seu papel de informar, educar, integrar e sensibilizar os seus profissionais. </span><b>Cíntia Guimarães, especialista e consultora de Comunicação Interna</b></p>
<p>Como você vê este problemas, quais são suas dúvidas, compartilhe conosco pelo email: franca.ivanir@socialbase.com.br</p>
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		<title>Endomarketing em períodos de turbulência econômica</title>
		<link>https://culturacolaborativa.com/endomarketing-em-periodos-de-turbulencia-economica/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Mar 2016 16:56:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cultura Colaborativa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação Interna]]></category>

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		<description><![CDATA[[via Exame] Nas últimas décadas, o marketing tradicional se ramificou em várias vertentes, cada qual focada em objetivos e públicos específicos que, em diversos contextos, podem se interconectar para compor grandes estratégias. Entre as vertentes mais aplicadas pelas empresas brasileiras está o Endomarketing, também conhecido como marketing interno. Segundo referências da Davanas Brindes &#8211; empresa...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>[<a href="http://abr.ai/1omlHKF" target="_blank">via Exame</a>]</em></p>
<p>Nas últimas décadas, o marketing tradicional se ramificou em várias vertentes, cada qual focada em objetivos e públicos específicos que, em diversos contextos, podem se interconectar para compor grandes estratégias. Entre as vertentes mais aplicadas pelas empresas brasileiras está o Endomarketing, também conhecido como marketing interno.</p>
<p>Segundo referências da Davanas Brindes &#8211; empresa especializa em marketing promocional -, o endomarketing tem atraído cada vez mais, por ser uma tática que valoriza o capital humano e intelectual, ao mesmo tempo que aumenta sua competitividade de forma indireta.</p>
<p>Isso ocorre porque uma equipe que se vê imersa em uma comunicação estimulante e em ações de valorização acaba se dedicando com maior empenho. É assim que a velha máxima de &#8220;vestir a camisa da empresa&#8221; ganha sentido em um ambiente onde os gestores extraem um excelente desempenho de seus profissionais e retêm os melhores talentos.</p>
<p>Aliás, o ambiente é um dos fatores chaves quando se trata de endomarketing. Igualmente de acordo com referências da Davanas Brindes, além das ações com brindes personalizados em datas ou eventos especiais, as empresas devem investir em ambientes que incitem a criatividade, o relaxamento, a troca de ideias e o pensamento inovador. Ou seja: o marketing interno não consiste apenas em presentear um colaborador, mas em prover todas as condições necessárias para que ele se mantenha inspirado diariamente e sinta que a corporação investe em seu potencial criativo.</p>
<p><strong>Marketing interno em 2016</strong></p>
<p>É pertinente destacar que, em cenários desfavoráveis, o endomarketing se apresenta como indispensável para unir as forças internas de uma corporação e encarar as turbulências do cenário externo.</p>
<p>Embora, muitas empresas reduzam gastos em diversas áreas para prevenir a escassez de recursos financeiros, o marketing interno não deve sofrer cortes de investimento, já que a impressão do público direcionada a uma marca é sempre baseada no &#8220;feeling&#8221; de seus profissionais – afinal, são eles que respondem e-mails, atendem ligações, realizam vendas, etc.</p>
<p>É necessário estar atento ao seguinte fato: independente das circunstâncias econômicas, o nível de satisfação e o compromisso dos colaboradores influenciarão fortemente os resultados de uma organização. Concerne às empresas, portanto, o desenvolvimento de estratégias de endomarketing que sustentem o engajamento e a motivação de suas equipes.</p>
<div class="clear height20"></div>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Comunicação Interna e Endomarketing: opostos ou aliados?</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Mar 2016 12:52:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cultura Colaborativa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação Interna]]></category>

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		<description><![CDATA[[Por Larissa Souza da Costa] Você sabe diferenciar “Comunicação Interna” de “Endomarketing”? Se ficou na dúvida, não se desespere: as duas áreas são, normalmente, confundidas como sendo uma só. Embora parecidas e com o público alvo em comum, seus objetivos e práticas são distintos, ainda que ambas se fortaleçam. Entender as peculiaridades de cada uma das...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>[Por Larissa Souza da Costa]</em></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Você sabe diferenciar <a href="http://materiais.socialbase.com.br/entrevista-endomarketing-ou-comunicacao-interna" target="_blank">“Comunicação Interna” de “Endomarketing”?</a> Se ficou na dúvida, não se desespere: as duas áreas são, normalmente, confundidas como sendo uma só. Embora parecidas e com o público alvo em comum, seus objetivos e práticas são distintos, ainda que ambas se fortaleçam. Entender as peculiaridades de cada uma das áreas é essencial no processo de implantação e execução das ferramentas e ações. Incômodo? Te ajudo a esclarecer aqui nesse artigo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Colocados estrategicamente em primeiro plano, os colaboradores tornam-se os maiores propagandistas da cultura da empresa. Priorizá-los sobre posicionamentos e novidades cria uma cultura de credibilidade, proporcionando maior transparência à organização. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Comunicação Interna entra em cena então para estimular o diálogo entre a empresa e sua equipe</span><span style="font-weight: 400;">, permitindo a circulação de informações por diversos canais como e-mails, memorandos, jornais, murais e outros, buscando o conhecimento e a integração dos colaboradores. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Compreender a importância do processo de Comunicação Interna é primordial: não basta apenas comunicar. A mensagem também precisa ser efetivamente absorvida pelos receptores, garantindo um fluxo contínuo e assertivo do alinhamento de ideias e objetivos, de forma a atingir o objetivo pretendido. Utilizada em prol da gestão organizacional, a ferramenta pode detectar, precocemente, possíveis conflitos internos, se tornando fundamental nas estratégias de efetividade dos resultados, humanizando as relações nos negócios. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma coisa é certa: independente do tamanho da organização, um bom relacionamento entre ela e seus colaboradores tende a gerar ganhos qualitativos para todos os lados. Um ambiente organizacional favorável e motivacional é aquele onde há, entre tantos outros fatores, engajamento e o sentimento de pertencimento a aquele ambiente.</span></p>
<p>Políticas de benefícios, campanhas de incentivos, treinamentos de capacitação e outras ações, criam um ambiente onde a qualidade de trabalho e o bem-estar são elementos primordiais na conquista e no estímulo dos funcionários. A premissa para a otimização da produtividade, parte da percepção da importância do papel individual na construção e no sucesso do todo. Tornar os colaboradores os principais aliados na propagação positiva da marca trazem, para ambos os lados, ganhos qualitativos e quantitativos. A adoção destas e outras estratégias internas para transformar e fortalecer as relações das pessoas com a empresa em que trabalham, reduzindo o <i>turnover</i>, é denominada <strong>Endomarketing</strong>.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">É um equívoco pensar que ambas as áreas trabalhem isoladas. Alinhar a Comunicação Interna e o Endomarketing aos interesses do negócio torna-se fundamental para que nos resultados finais sejam satisfatórios e é a principal ferramenta para tal alcance. A fidelização e o comprometimento dos colaboradores é questão de visão e ação estratégica.</span></p>
<p>_____________________</p>
<p>Sobre a autora:</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2016/03/2016-03-01.jpg"><img class="alignleft wp-image-5062" src="/wp-content/uploads/2016/03/2016-03-01.jpg" alt="2016-03-01" width="180" height="205" /></a>Larissa Souza da Costa, 27 anos, belorizontina, Relações Públicas por vocação e formação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A comunicação interna em sua melhor tendência</title>
		<link>https://culturacolaborativa.com/a-comunicacao-interna-em-sua-melhor-tendencia/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Mar 2016 18:49:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[França]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação Interna]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 2015, a Aberje (Associação Brasileira de Comunicação Empresarial) realizou uma pesquisa com 72 organizações no país. O material traça um panorama sobre as tendências de atuação e investimento na área de comunicação e estratégia nas empresas no período. Entre as cinco tendências destacadas pelo estudo, o aumento da interação e o impacto da comunicação digital era...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Em 2015, a <a href="http://www.aberje.com.br/" target="_blank">Aberje</a> (Associação Brasileira de Comunicação Empresarial) realizou uma pesquisa com 72 organizações no país. O material traça um panorama sobre as tendências de atuação e investimento na área de comunicação e estratégia nas empresas no período.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre as cinco tendências destacadas pelo estudo, o aumento da interação e o impacto da comunicação digital era a mais latente; o que acabou se confirmando, como mostra o </span><a href="http://www.gartner.com/technology/home.jsp"><span style="font-weight: 400;">Gartner</span></a><span style="font-weight: 400;">: no final de 2015 houve um crescimento de 32% no número de empresas globais, com receita igual ou superior a US$ 250 milhões, que investiram em projetos digitais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na comunicação interna, o </span><a href="https://www.idc.com/"><span style="font-weight: 400;">IDC</span></a><span style="font-weight: 400;"> apresenta números similares. O mercado movimentou em 2014 US$ 1,46 bilhões, com previsão de chegar a US$ 3,5 bilhões em 2019, ou seja, uma taxa composta de crescimento de 19,1%.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por aqui, a </span><a href="http://www.socialbase.com.br"><span style="font-weight: 400;">SocialBase</span></a><span style="font-weight: 400;">, pioneira no fornecimento de plataforma de comunicação colaborativa, acompanha o mesmo ritmo. A organização cresceu em 2015 600% atendendo a clientes como Sony PlayStation, Porto Seguro e Portobello. Para Rada Martini, CEO da empresa, o mercado está amadurecendo à solução.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso é reflexo direto, </span><a href="/?s=geracao+millennial"><span style="font-weight: 400;">segundo apontam especialistas</span></a><span style="font-weight: 400;">, de ações promovidas no mercado de trabalho pelas gerações </span><i><span style="font-weight: 400;">millennial</span></i><span style="font-weight: 400;"> e a Z; que demandam, como aponta </span><a href="https://www.linkedin.com/profile/view?id=AAkAAAFO494BVAEb1RYrKVSXZv0Ru4-krQujr6k&amp;authType=NAME_SEARCH&amp;authToken=eMqf&amp;locale=pt_BR&amp;trk=tyah&amp;trkInfo=clickedVertical%3Amynetwork%2CclickedEntityId%3A21947358%2CauthType%3ANAME_SEARCH%2Cidx%3A1-1-1%2CtarId%3A1456422935665%2Ctas%3Arenato"><span style="font-weight: 400;">Renato Martinelli</span></a><span style="font-weight: 400;">, uma nova forma de fazer comunicação: menos dura, mais participativa e focada em um propósito.</span></p>
<p>Ele explica que para estas gerações o engajamento está muito ligado a um propósito que vá além do lucro e alerta: “<strong>engajamento é diferente de motivação</strong>”. A motivação é apenas um dos elementos que o compõem, e em um mundo onde as pessoas mudam a forma de se comunicar, as empresas precisam buscar igualar esta tendência com propósitos maiores, que causem mudanças internas e externas.</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2016/03/QUADRO_11_03.png"><img class=" size-full wp-image-5043 aligncenter" src="/wp-content/uploads/2016/03/QUADRO_11_03.png" alt="QUADRO_11_03" width="616" height="258" /></a></p>
<p><b>2015, o ano que não acabou</b></p>
<p>Entre as 5 tendências apontadas pela pesquisa da Aberje, a segunda mais votada foi a necessidade de mudanças nas configuração organizacional. Para Martinelli, isso se estrutura ao percebermos que as pessoas confiam muito mais em seus pares que no próprio CEO da empresa.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um dos pontos de influência neste processo é o </span><span style="font-weight: 400;">atual cenário político-econômico nacional. Segundo Martinelli, os setores de comunicação precisam aprender a lidar com casos comunicacionais de demissão e desligamentos de funcionários; por outro lado, “isso se traduz em uma visão conjuntural de curto prazo, que a área não deve se limitar, mas ir além nas perspectivas de contribuição estratégica”, finaliza.</span></p>
<p><strong>Estudo da Aberje</strong></p>
<p><iframe style="border: 1px solid #CCC; border-width: 1px; margin-bottom: 5px; max-width: 100%;" src="//www.slideshare.net/slideshow/embed_code/key/J8Y8Fm0BMAP7Vd" width="595" height="485" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no" allowfullscreen="allowfullscreen"> </iframe></p>
<div style="margin-bottom: 5px;"></div>
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		</item>
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		<title>Quiz: O que é comunicação Interna, você sabe?</title>
		<link>https://culturacolaborativa.com/quiz-o-que-e-comunicacao-interna-voce-sabe/</link>
		<comments>https://culturacolaborativa.com/quiz-o-que-e-comunicacao-interna-voce-sabe/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 07 Mar 2016 16:04:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[França]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação Interna]]></category>

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		<description><![CDATA[Quanto você conhece de comunicação interna e endomarketing é o que queremos que você saiba. Claro, há um recorte no questionário desenhado pelas opiniões de especialistas como Viviane Mansi, Daniel Costa, Cíntia Guimarães e Gerson Bonani, entre outros. Você tem a chance de buscar os conceitos destes especialistas no campo busca ali acima, porém, o...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Quanto você conhece de comunicação interna e endomarketing é o que queremos que você saiba. </span></p>
<p>Claro, há um recorte no questionário desenhado pelas opiniões de especialistas como Viviane Mansi, Daniel Costa, Cíntia Guimarães e Gerson Bonani, entre outros. Você tem a chance de buscar os conceitos destes especialistas no campo busca ali acima, porém, o ideal é que responda ao questionário e veja como você encara a comunicação interna.</p>
<p>Feito isso, em parceria com a <a href="http://www.solides.com.br/" target="_blank">Solides</a> e <a href="http://www.rhportal.com.br/solides.php" target="_blank">RH Portal</a>, preparamos uma série de materiais que irão esclarecer pontos sobre como a comunicação interna está sendo observada por especialistas e como aplicá-la na sua empresa.</p>
<p>Para ter uma ideia no questionário trabalhamos questões básicas e avançadas sobre o que é comunicação interna e quais ferramentas são ideias para executar o trabalho.</p>
<p><strong><span style="font-weight: 400;">Esperamos que tenha uma boa experiência no material e nos colocamos à disposição (franca.ivanir@socialbase.com.br) para quaisquer sugestões e dúvidas.</span></strong></p>
<p><a href="http://www.quizdorh.com.br/comunicacao-interna/?utm_source=Cultura&amp;utm_medium=Cultura%20e%20Redes&amp;utm_term=Quiz&amp;utm_content=Quiz%20Solides&amp;utm_campaign=Quiz%20CI" target="_blank"><img class=" size-full wp-image-5012 aligncenter" src="/wp-content/uploads/2016/03/INT_07_03A.png" alt="INT_07_03A" width="600" height="202" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Por onde começar a comunicação interna</title>
		<link>https://culturacolaborativa.com/por-onde-comecar-a-comunicacao-interna/</link>
		<comments>https://culturacolaborativa.com/por-onde-comecar-a-comunicacao-interna/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 22 Feb 2016 13:09:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[França]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação Interna]]></category>

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		<description><![CDATA[A comunicação interna, segundo Gerson Bonani, chefe da assessoria de comunicação social da Anac, é o meio que assegura que as informações de uma instituição cheguem a seus colaboradores. Embora haja pontos em comum com o endomarketing a diferença entre as duas práticas está na Comunicação Interna ser formada pelo conjunto de canais promotores de...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A comunicação interna, segundo </span><a href="http://materiais.socialbase.com.br/entrevista-endomarketing-ou-comunicacao-interna"><span style="font-weight: 400;">Gerson Bonani</span></a><span style="font-weight: 400;">, chefe da assessoria de comunicação social da Anac, é o meio que assegura que as informações de uma instituição cheguem a seus colaboradores. </span><a href="/conheca-as-diferencas-entre-endomarketing-e-comunicacao-interna/"><span style="font-weight: 400;">Embora haja pontos em comum com o endomarketing a diferença</span></a><span style="font-weight: 400;"> entre as duas práticas está na Comunicação Interna ser formada pelo conjunto de canais promotores de diálogo e propagação de informes, notícias e atualizações da organização, e o endomarketing trabalhar o incentivo e a interação entre colaboradores e empresa.</span></p>
<p>Ciente desta singularidade, se você não possui nenhuma das duas práticas, para iniciar um projeto de comunicação interna o ideal é montar um projeto a partir das necessidades internas, demandadas pelo seu público alvo, ou seja, seus colaboradores.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">O primeiro passo indicado por Ivone Santana, diretora do Instituo Modo Parites, é produzir uma pesquisa interna e observar onde estão os </span><i><span style="font-weight: 400;">gaps</span></i><span style="font-weight: 400;"> de comunicação. A partir destas percepções traça-se um plano de ações que irão suturar estes espaços; o segundo passo é  buscar que tipos de ferramentas vão contemplar as necessidades expostas pela sua equipe.</span></p>
<p>Em geral, as ferramentas utilizadas são:</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2016/02/TAB_22_02.png"><img class=" size-full wp-image-4941 aligncenter" src="/wp-content/uploads/2016/02/TAB_22_02.png" alt="TAB_22_02" width="557" height="255" /></a></p>
<p>Confira os dados sobre a eficiência das ferramentas na pesquisa: <a href="http://materiais.socialbase.com.br/infografico-perfil-do-profissional-de-comunicacao-interna-no-brasil" target="_blank">O perfil do Comunicador Interno no Brasil</a></p>
<p><strong>Implantação</strong></p>
<p>Cada ferramenta possui singularidades adequadas à necessidades específicas, que variam desde formato de publicação, interação até localização geográfica.</p>
<p>Por exemplo, ao optar por uma <a href="www.socialbase.com.br" target="_blank">Plataforma Social de Comunicação</a> não há limitantes geográficos, uma vez que o software funciona pela internet, porém neste caso, a falta deste recurso, computadores ou <em>smarthphones</em> inibem a utilização do produto.</p>
<p>Já se a opção for por mural; onde eles serão instalados é muito importante, pois de nada adianta aplicar a ferramenta onde há baixo fluxo de pessoas ou em locais encobertos por algum objeto, portas ou falta de iluminação.</p>
<p>Entenda mais sobre as ferramentas de comunicação e como aplicá-las: <a href="http://materiais.socialbase.com.br/ebook-6-ferramentas-de-comunicacao-interna-e-como-aplica-las-em-sua-empresa" target="_blank">6 ferramentas de Comunicação Interna</a></p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2016/02/INT_22_02.png"><img class=" size-full wp-image-4942 aligncenter" src="/wp-content/uploads/2016/02/INT_22_02.png" alt="INT_22_02" width="600" height="300" /></a></p>
<p><b>Endomarketing X Comunicação Interna: engajamento além das ferramentas</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As ferramentas citadas acima são importantes aliadas na disseminação da cultura da empresa e principalmente para vender o ‘peixe’ aos colaboradores. Contudo aqui vai-se um pouco além. Segundo Viviane Mansi, gerente global de comunicação interna da Votorantim Cimentos, hoje é preciso </span><a href="/viviane-a-grande-contribuicao-da-comunicacao-nas-organizacoes-nao-e-so-fazer-coisas-e-mudar-a-forma-como-elas-sao-feitas/"><span style="font-weight: 400;">pensar além das diferenças do Endomarketing e da Comunicação Interna</span></a><span style="font-weight: 400;">. Para ela, o que de fato importa é o objetivo final do que é oferecido às pessoas. Isto é: o discurso exposto nas campanhas de CI ou endomarketing está alinhado ao que se pratica na empresa. </span></p>
<p>Este delineamento é importante, pois de nada adianta ter ferramentas de comunicação em pleno funcionamento, mas o que se pratica na empresa destoa do que é comunicado. Cíntia Guimarães, especialista em Comunicação Interna, exemplifica: “fala-se que a empresa não é hierarquizada, mas no estacionamento há vagas reservadas para diretores. Ai você se questiona, como não é hierarquizada?”.</p>
<p>Por esta lógica, a ideia de se ter ferramentas que auxiliem na Comunicação Interna é para que elas melhorem o fluxo de informações e diálogo dentro da organização, construindo relações de confiança entre colaboradores e empresa. Esta conexão irá, consequentemente, desaguar no engajamento. É algo orgânico.</p>
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		<title>A comunicação precisa ser prioridade para a companhia</title>
		<link>https://culturacolaborativa.com/a-comunicacao-precisa-ser-prioridade-para-a-companhia/</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Feb 2016 16:06:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Cultura Colaborativa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação Interna]]></category>

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		<description><![CDATA[[via Valor Econômico &#8211; por Vicky Bloch] Se eu conversar com diversos presidentes de empresa, provavelmente a maioria deles me dirá que está preparada para se comunicar diante de uma crise. Mas o fato é que, na maior parte das vezes, não está. Quando a crise se instala, é sempre aquele &#8220;Deus nos acuda&#8221;. Os presidentes...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>[via <a href="http://www.valor.com.br/carreira/4270096/comunicacao-precisa-ser-prioridade-para-companhia" target="_blank">Valor Econômico &#8211; por Vicky Bloch</a>]</em></p>
<p>Se eu conversar com diversos presidentes de empresa, provavelmente a maioria deles me dirá que está preparada para se comunicar diante de uma crise.</p>
<p>Mas o fato é que, na maior parte das vezes, não está.</p>
<p>Quando a crise se instala, é sempre aquele &#8220;Deus nos acuda&#8221;. Os presidentes demitem gente, reclamam da incompetência dos seus gestores, montam grupos de trabalho sem processo e contratam consultorias de crise depois que o problema já está estourado.</p>
<p>Nos últimos meses, cansei de ver organizações dos mais diferentes portes conduzindo movimentos importantes de reestruturação que envolvem demissões de centenas de pessoas e cometendo erros absurdos de comunicação que lhes custarão bem caro.</p>
<p>Nesse aspecto, vejo um filme parecido com o que via na década de 90, quando a crise gerou muito desemprego e ninguém sabia como agir. A diferença é que, naquela época, não existia a comunicação digital e, assim, a velocidade da informação &#8211; e do seu potencial de alcance &#8211; era infinitamente menor.</p>
<p>Não serei injusta, admito que houve grande evolução com relação à comunicação empresarial se comparada às últimas décadas. Mas ainda são poucas as organizações que tratam do assunto como efetivamente estratégico para o negócio.</p>
<p>Executivos de comunicação deveriam ter o peso merecido de quem tem nas mãos uma das missões mais delicadas de uma empresa: zelar pela reputação, o bem mais caro e precioso de qualquer instituição. Todos nós estamos cansados de saber que uma reputação construída ao longo de décadas pode desmoronar em minutos. E reconstruir reputação, seja ela de empresas ou de pessoas, dá muito, mas muito trabalho.</p>
<p>Tenho visto organizações perdidas após processos de comunicação mal conduzidos em situações críticas. Junto, vejo arranhar ou até mesmo ruir a imagem de seus executivos. Mas, veja bem, não culpo as áreas de comunicação por isso. Porque são muito pequenas as chances de se administrar bem uma crise se a comunicação nunca foi uma prioridade para a liderança.</p>
<p>Admiro as organizações que, mesmo diante de dificuldades, agem com transparência, dignidade e firmeza junto a todos os seus públicos de relacionamento. Ser criticado e pressionado faz parte do processo, mas um bom líder precisa saber administrar essa pressão para que a situação não seja sustentada e guiada por movimentos externos ou internos ilegítimos ou injustos.</p>
<p>Dar respostas rápidas (desde que pensadas) pode ser crucial para a sobrevivência do negócio. Pode ter certeza de que aquelas que melhor fazem esse trabalho são as empresas que já investiam antes, com muita transparência, nos relacionamentos com seus diversos públicos.</p>
<p>Se por um lado o digital e as redes sociais escancaram as verdades e inverdades com rapidez e dificultam o controle da informação, por outro lado eles deram às empresas um enorme poder para passar suas mensagens diretamente aos seus interlocutores.</p>
<p>Criar antecipadamente canais diretos de comunicação com seus stakeholders é uma forma fantástica de dar essas necessárias respostas rápidas e corrigir informações erradas que possam circular pela imprensa ou por outros canais. Pena que poucos sabem bem como usar tais ferramentas enquanto ainda se perdem no básico e querem controlar o incontrolável.</p>
<p>Recentemente, em todos os jornais, nos deparamos com casos diários de crises corporativas, parte delas causadas por problemas financeiros e a outra parte por questões de envolvimento com corrupção. Acredito que todas as lideranças empresariais, especialmente os CEOs, deveriam olhar atentamente para esses casos e observar como tais empresas têm se saído.</p>
<p>Observe aqueles que você enxerga como bons exemplos de posicionamento e aqueles que, na sua opinião, têm agido de forma catastrófica do ponto de vista da gestão e da comunicação. Tente tirar lições desses episódios e olhar para dentro do seu negócio. Se acontecer uma crise dentro da sua empresa, em qual lado você gostaria de estar? Como gostaria de ser visto? Acha que conseguiria agir de forma rápida e eficiente?</p>
<p>A partir dessa reflexão, um bom caminho para começar é cercar-se de gente competente e fazer direitinho a lição de casa.</p>
<p>*Vicky Bloch é professora da FGV, do MBA de recursos humanos da FIA e fundadora da Vicky Bloch Associados</p>
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		<title>Por que a falta de comunicação tornou-se o problema número um nas empresas</title>
		<link>https://culturacolaborativa.com/por-que-a-falta-de-comunicacao-tornou-se-o-problema-numero-um-nas-empresas/</link>
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		<pubDate>Fri, 05 Feb 2016 13:23:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Radamés Martini]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação Interna]]></category>

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		<description><![CDATA[A comunicação é parte essencial da experiência humana, sem ela, salvo poucas exceções não poderíamos produzir nada; contudo ela ainda é alvo de constantes falhas e ruídos. E mesmo hoje, após termos inúmeras ferramentas tecnológicas de comunicação, ela continua sendo um grande desafio profissional e impede organizações e pessoas de alcançarem seu pleno potencial. Segundo...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A comunicação é parte essencial da experiência humana, sem ela, salvo poucas exceções não poderíamos produzir nada; contudo ela ainda é alvo de constantes falhas e ruídos. E mesmo hoje, após termos inúmeras ferramentas tecnológicas de comunicação, ela continua sendo um grande desafio profissional e impede organizações e pessoas de alcançarem seu pleno potencial.</p>
<p>Segundo uma pesquisa de 2014 da <a href="http://www.about.com/" target="_blank">About.com</a>, as três principais razões por que as pessoas não gostam de seus empregos estão relacionadas à comunicação. De acordo com os pesquisados, a falta de sentido da gestão é o principal problema, seguido pela má comunicação global e as constantes mudanças não bem comunicadas.</p>
<p>Inseridos a estes pontos, como destaca a pesquisa, está a falta de transparência da comunicação, que se não diagnosticada a tempo torna-se um problema generalizado.</p>
<p>No entanto, onde exatamente está o problema? Em que ponto o fluxo de comunicação está encontrando barreiras? Descobrir onde, de fato, ocorrem os problemas é o primeiro passo a ser tomado para se buscar a solução.</p>
<p>Para Tim Eisenhauer, há três principais tipos de comunicação em um negócio: empresa para funcionário &#8211; funcionário para empresa e funcionário para funcionário, onde estão inseridos fornecedores, clientes, parceiros e potenciais colaboradores.</p>
<p>Partindo desta divisão, fica claro onde podem ocorrer os problemas e de que natureza são. Isto é: cada quadrante tem um conjunto específico de problemas e possíveis soluções, porém se bem alinhados e unidos eles tornam-se um forte elemento influenciador e motivador de fluxos estáveis de comunicação. Vamos a eles:</p>
<p><strong><a href="/wp-content/uploads/2016/02/ICON1_05_02.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4838" src="/wp-content/uploads/2016/02/ICON1_05_02.jpg" alt="ICON1_05_02" width="140" height="140" /></a>Produzir incerteza e dúvida</strong><br />
Se a comunicação em sua melhor forma já causa problemas, ela em suas versões problemáticas leva aos colaboradores incertezas e dúvidas. Questões relacionadas a responsabilidades, posição dentro da empresa e até mesmo seu valor como pessoa entram em pauta.</p>
<p>A falta de comunicação mina a confiança dos colaboradores e eleva o estresse. Então, se os funcionários não sentem-se seguros em sua função, eles não terão a confiança que precisam para ter sucesso. Eles não irão confiar em seus gestores ou mesmo em seus colegas. A melhor maneira de anular esta incerteza e a dúvida é manter um fluxo aberto e transparente de comunicação.</p>
<p><strong><a href="/wp-content/uploads/2016/02/ICON2_05_02.jpg"><img class=" size-full wp-image-4839 alignright" src="/wp-content/uploads/2016/02/ICON2_05_02.jpg" alt="ICON2_05_02" width="140" height="140" /></a>A comunicação se transforma em boatos, fofocas, rumores, etc.</strong><br />
Quando as pessoas não sabem o que está acontecendo, boatos e fofocas se tornam a comunicação oficial. É da natureza humana tentar responder a perguntas ainda em aberto e preencher as lacunas existentes com suposições e interpretações próprias. Acontece algo neste sentido:</p>
<p>Por que não recebo feedbacks há três meses?<br />
<em>não devo estar fazendo um bom trabalho. Posso ser demitido?</em></p>
<p>Por que a equipe executiva está trazendo consultores para o escritório?<br />
<em>Eles devem estar reestruturando a empresa, meu cargo corre perigo?</em></p>
<p>Por que a Angela da vendas está faltando às reuniões das sextas-feiras à tarde?<br />
<em>Ela pode estar recebendo um tratamento diferenciado, pois é amiga do gerente</em>.</p>
<p>Ou seja, a boataria e ‘conspirações’ surgem na cabeça dos próprios colaboradores, mas se eles não têm informações oficiais para contrapor a suas interpretações, o caminho ao ressentimento, medos e conflitos internos está sendo traçado de maneira consistente e sem volta.</p>
<p>Para evitar isso, a melhor forma é ser honesto, transparente e aberto ao diálogo.</p>
<p><strong><a href="/wp-content/uploads/2016/02/ICON3_05_02.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4840" src="/wp-content/uploads/2016/02/ICON3_05_02.jpg" alt="ICON3_05_02" width="140" height="140" /></a>Causa baixa produtividade, atraso de prazos e tarefas não realizadas</strong><br />
A falta de comunicação, na maioria das vezes, significa que os funcionários não têm um direcionamento sobre o que eles deveriam estar fazendo. Como eles podem fazer o seu trabalho se não têm conhecimento de suas atribuições, ou mesmo as metas e objetivos de sua função?</p>
<p>Por exemplo, se o João do RH está inseguro sobre suas responsabilidades, ele irá perder mais tempo imaginando o que a empresa espera dele do que realmente atuando em sua função. Além disso, por ter dúvidas sobre suas atribuições, todas as tarefas executadas por ele, podem não ter a qualidade esperada.</p>
<p>O resultado a estas dúvidas é a baixa produtividade, prazos esticados e tarefas sempre à fazer. Para cobrar produtividade é necessário haver um roteiro claro sobre o que se espera de cada colaborador. Isto é, um forte senso de: o que fazer? quando fazer? como fazer? e por quê fazer?</p>
<p><strong><a href="/wp-content/uploads/2016/02/ICON4_05_02.jpg"><img class=" size-full wp-image-4841 alignright" src="/wp-content/uploads/2016/02/ICON4_05_02.jpg" alt="ICON4_05_02" width="140" height="140" /></a>Isso leva a um mau atendimento ao cliente</strong><br />
Entre as funções da sub-comunicação está a queda da produtividade de colaboradores, de equipes e da organização. O problema é que estes sintomas, muitas vezes, são notados apenas quando além da escoa de colaboradores, os clientes deixam a empresa.</p>
<p>É perceptível aos clientes quando uma empresa não está indo bem, pois, em geral, eles são os primeiros impactados com o atraso de prazos e a queda na qualidade dos serviços, muitas empresas ao chegarem neste estágio funcionam como uma espécie de telemarketing, onde o problema do cliente é jogado de um departamento a outro sem se chegar a uma solução real.</p>
<p>Em qualquer destes casos, a solução é ter uma força tarefa para agir sobre o problema e uma comunicação clara e direcionada que se mostre eficiente e eficaz.</p>
<p><strong><a href="/wp-content/uploads/2016/02/ICON5_05_02.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4842" src="/wp-content/uploads/2016/02/ICON5_05_02.jpg" alt="ICON5_05_02" width="140" height="140" /></a>É o resultado da rotatividade de funcionários</strong><br />
Colaboradores infelizes no trabalho tendem a sair. Simples assim. Não está bom, sai! No entanto, a prática não é saudável às organizações, pois a retenção de talentos repousa sobre o envolvimento e satisfação dos colaboradores com o seu trabalho; e, por sua vez, o envolvimento e a satisfação repousam sobre o sentimento de pertencimento e valorização à empresa.</p>
<p>No entanto, se há incerteza e dúvidas o primeiro impacto perceptível é na produtividade, subindo o tom da rádio corredor e piorando as relações interpessoais entre colegas, gestores e com toda a organização. Sem um senso de propósito e direcionamento bem estruturado a chance de perder seus talentos é muito grande.</p>
<h3><a href="/wp-content/uploads/2016/02/INT_05_02.jpg"><img class=" size-full wp-image-4850 aligncenter" src="/wp-content/uploads/2016/02/INT_05_02.jpg" alt="INT_05_02" width="618" height="274" /></a></h3>
<h3>Resgate sua comunicação sendo aberto e coerente</h3>
<p>Dentro destes problemas, o que as empresas podem fazer para se certificar que seus colaboradores estão ouvindo, entendendo e agindo de acordo com a informação recebida.</p>
<p>Segundo Eisenhauer, o primeiro posicionamento é saber que haverá inúmeras e inesperadas barreiras à comunicação e que quanto mais camadas hierárquicas houver, mais profundas serão as dificuldades para se trabalhar e alinhar um ponto de vista. A chave para evitar estes obstáculos é uma comunicação consistente e adequada a cada ocasião e público.</p>
<p>Então, ao invés de dizer às pessoas o que fazer, dar a elas um visão clara de para onde estão indo, como estão fazendo e onde cada um se encaixa neste processo irá responder as primeiras preocupações de todos. Estas medidas irão garantir que as informações de segundo plano sejam facilmente encontradas, isto é: se sei para onde ir e como ir, sei que alguém está capitaneando, e é com ele que vou buscar informações sobre o que precisa ser feito para chegar a este objetivo.</p>
<p>A maior parte da discussão anterior centrou-se no eixo entre empresa e funcionário, mas este não é o único caminho que interessa. A comunicação precisa estar fortificada também entre colaborador e empresa.</p>
<p>Logo, se você quer que seus colaboradores estejam engajados em seu trabalho é preciso deixar um espaço para que eles tenham voz ativa em processos e atividades da empresa. Nunca assuma a postura: ‘sei o que meus colaboradores querem’. Antes de tudo ouça o que eles têm a dizer, convide-os a participar de ações estratégicas e na tomada de decisões. <strong>Esteja aberto à novas ideias, incentive discussões e promova a comunicação clara e transparente.</strong></p>
<p>Lembre-se: <strong>a comunicação eficiente</strong> não está em emitir uma declaração ou receber uma resposta. <strong>É um diálogo orientado para alcançar um objetivo comum. Então, ambos os lados precisam ser ouvidos.</strong></p>
<p>Construa um ambiente onde o diálogo está sempre aberto, ouça atentamente o que seus colaboradores têm a dizer, contudo não espere que eles irão sempre lhe entregar a solução para os problemas levantados. Além disso, não tenha medo da dissidência, é importante fomentar e treinar seus colaboradores a ter opiniões contrárias, para que se dê vazão a uma cultura crítica de melhoria constante na empresa; incentive situações desta natureza em fóruns ou nas redes internas da empresa onde todos podem ter relação imediata.</p>
<p>O teste final sobre a eficácia de sua comunicação está relacionada a forma como as pessoas interagem umas às outras quando você não está presente. Eles estão se guiando pelo seu ponto de vista, mesmo você não estando presente? Isso faz diferença? Será que serve ao propósito da empresa?</p>
<p>Se houver margem para interpretação, ela &#8211; dentro e fora do escritório &#8211; está próxima a delineada pelo planejamento. Lembre-se: a imprecisão e a incerteza podem facilmente alimentar a fofoca, a boataria. Contra isso: <strong>tenha uma comunicação honesta e clara, independente se a informação que será discutida é boa ou má</strong>.</p>
<h5>Más notícias mal comunicadas são ainda piores.</h5>
<h5></h5>
]]></content:encoded>
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		<title>Como tornar sua comunicação colaborativa</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Jan 2016 18:34:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Isabela Pimentel]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação Interna]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[A empresa tem diversos veículos de comunicação, faz campanhas constantemente voltadas para os colaboradores, mas a rádio corredor ainda é a rede mais forte e estruturada que se tem. Onde está o problema? Ao ouvir o depoimento de um profissional da área de comunicação, que acredita no que sua área faz e que ela, de...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A empresa tem diversos veículos de comunicação, faz campanhas constantemente voltadas para os colaboradores, mas a rádio corredor ainda é a rede mais forte e estruturada que se tem. Onde está o problema?</p>
<p>Ao ouvir o depoimento de um profissional da área de comunicação, que acredita no que sua área faz e que ela, de fato, comunica, e dos colaboradores, que não se sentem informados e envolvidos no processo comunicativo, nos deparamos com o que chamo de “vazio de sentido”.</p>
<p>Uma diferença sutil precisa ser estabelecida: informar e comunicar são bem distintos de engajar e de produzir um conteúdo que seja sentido pelo colaborador, que faça sentido para sua vida cotidiana e estimule ações positivas dentro e fora da empresa.</p>
<p>Será que estamos realmente nos comunicando da maneira adequada ou apenas lotando as caixas de e-mail dos colaboradores com informativos financeiros, dados numéricos, resultados de auditorias e outros temas que informam, sem engajar?</p>
<p>Para tocar o coração dos colaboradores, em campanhas e ações de comunicação, é preciso, antes de tudo saber ouvir e disponibilizar canais para envio de críticas e sugestões, além de criar fóruns e ferramentas para que cada funcionário possa participar de processos decisórios, como eleições internas, escolha de uma nova logo, dentre outras.</p>
<p>O colaborador deve ser tomado como agente principal da comunicação interna e os veículos devem refletir a diversidades de públicos, dando a eles chances de se envolver na produção de textos, através da sugestão de pautas para entrevistas e reportagens.</p>
<p>Se o jornal interno fala apenas da diretoria, os funcionários dos demais setores acabam não se sentindo sujeitos da história da organização.<br />
Confira algumas dicas para tornar sua comunicação interna mais colaborativa:</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2016/01/CC_ICON1.png"><img class="alignleft wp-image-4807" src="/wp-content/uploads/2016/01/CC_ICON1.png" alt="CC_ICON1" width="120" height="120" /></a>Deixe claro para todos o papel da comunicação interna, como funciona e os veículos que existem;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;"><a href="/wp-content/uploads/2016/01/CC_ICON2.png"><img class=" wp-image-4808 alignright" src="/wp-content/uploads/2016/01/CC_ICON2.png" alt="CC_ICON2" width="120" height="120" /></a><br />
Ofereça, no portal corporativo, um espaço para envio de sugestões de pauta e críticas;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2016/01/CC_ICON3.png"><img class="alignleft wp-image-4809" src="/wp-content/uploads/2016/01/CC_ICON3.png" alt="CC_ICON3" width="120" height="120" /></a>Busque pontos focais nas áreas e envolva-os nas reuniões de pauta dos veículos;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;"><a href="/wp-content/uploads/2016/01/CC_ICON4.png"><img class=" wp-image-4810 alignright" src="/wp-content/uploads/2016/01/CC_ICON4.png" alt="CC_ICON4" width="120" height="120" /></a><br />
Produza manuais e encontros para discutir as prática de comunicação interna;</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2016/01/CC_ICON5.png"><img class="alignleft wp-image-4811" src="/wp-content/uploads/2016/01/CC_ICON5.png" alt="CC_ICON5" width="120" height="120" /></a>Realize, anualmente, pesquisas de satisfação sobre os conteúdos divulgados e pesquisas de clima;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;"><a href="/wp-content/uploads/2016/01/CC_ICON6.png"><img class=" wp-image-4812 alignright" src="/wp-content/uploads/2016/01/CC_ICON6.png" alt="CC_ICON6" width="120" height="120" /></a>Desmistifique que a comunicação é um setor; ela é uma prática diária de todos;</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2016/01/CC_ICON7.png"><img class="alignleft wp-image-4813" src="/wp-content/uploads/2016/01/CC_ICON7.png" alt="CC_ICON7" width="120" height="120" /></a>Não produza conteúdos apenas sobre um setor ou a diretoria; dê voz a todos;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;"><a href="/wp-content/uploads/2016/01/CC_ICON8.png"><img class=" wp-image-4814 alignright" src="/wp-content/uploads/2016/01/CC_ICON8.png" alt="CC_ICON8" width="120" height="120" /></a>Reavalie seu planejamento anualmente.</p>
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