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	<title>Cultura Colaborativa &#187; Herbert Lopes</title>
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		<title>Phygital Marketing: o que é?</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Apr 2016 13:42:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Herbert Lopes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Conteúdo Patrocinado]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje quero apresentar para você o Phygital Marketing. É um termo relativamente novo por aqui e acredito que é muito importante você conhecer as tendências que acontecem dentro do marketing. As marcas e os consumidores estão cada vez mais conectados. Rebecca Lieb, analista do Altimeter Group, afirma: “Digital está em toda parte, e é logo vai ser literalmente tudo.” Isso...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje quero apresentar para você o <strong>Phygital Marketing</strong>. É um termo relativamente novo por aqui e acredito que é muito importante você conhecer as tendências que acontecem dentro do marketing.</p>
<p>As marcas e os consumidores estão cada vez mais conectados. Rebecca Lieb, analista do <a href="http://www.altimetergroup.com/" target="_blank">Altimeter Group</a>, afirma: “Digital está em toda parte, e é logo vai ser literalmente tudo.” Isso quer dizer que o mundo digital e o mundo físico estão cada vez mais próximos.</p>
<p>Antes de te apresentar o <strong>phygital marketing</strong>, você precisar saber de onde vem o termo phygital. Vamos lá!</p>
<h3>O que é Phygital?</h3>
<p>Antes de dizer o que é, quero te apresentar uma curiosidade: Você sabia que nós chegamos a desbloquear o nosso smartphone ao menos 110 vezes por dia? A relação do digital com o nosso dia a dia está cada vez mais próxima e esse conceito tem um nome: <strong>Phygital</strong>.</p>
<p>E nos dias  de hoje não poderia ser diferente, o digital está presente em praticamente todos os momentos da nossa vida. Tenho certeza, que quando você precisa falar com os amigos, pesquisar algo na internet, mandar um e-mail ou confirmar presença em algum evento você deve usar um smartphone ou algum outro <em>widget</em> para fazer isso. É nesse momento que físico se encontra com o digital.</p>
<p>Você precisa saber: O <strong>phygital</strong> não se trata de substituir a mão de obra humana por robôs e sim integrar as necessidades das pessoas ao mundo digital, isso acontece para deixar o acesso às informações e ao consumo mais fáceis.</p>
<p>Aplicativos de compartilhamentos, carregar bilhetes de ônibus e check-in virtual das companhias aéreas são um exemplo de<strong> phygital</strong>.</p>
<p>Ah, se você for procurar o termo <strong>phygital</strong> no dicionário, provavelmente não vai encontrar. Este é um termo patenteado pela <a href="http://www.momentumww.com/" target="_blank">Momentum WorldWide</a>, uma agência de publicidade presente em todo mundo. Aqui no Brasil ela está presente no Rio de Janeiro e São Paulo.</p>
<pre>“Hoje não há uma barreira entre o mundo físico e o digital. O que acontece em um cria um eco no outro. Nós chamamos isso de “O Mundo Phygital”, onde os consumidores modernos vivem e é o coração de tudo o que fazemos.” –  Momentum WorldWide</pre>
<h3>Phygital Marketing</h3>
<p>Depois de entender o conceito de <strong>phygital</strong>, será possível unir os melhores meios digitais e físicos e aplicar essa combinação na estratégia de <strong>marketing</strong> da sua empresa ou cliente.</p>
<p>A digital não é passageiro, veio para ficar. Aplicativos, redes sociais, hashtags,  QR codes não deverão sair do mercado tão cedo, se tornaram mais do que tendências e sim um meio para aplicar estratégias de marketing específicas para o consumidor do seu produto.</p>
<p>Quando falei sobre o termo phygital, disse que é patenteado por uma agência de publicidade, porém, a<strong>experiência phygital</strong> não pertence a ela.</p>
<p>Com <strong>phygital marketing</strong>, as marcas integram o cotidiano de consumidores na hora que eles mais precisam, desenvolvendo assim uma interação e engajamento ao invés de uma exposição de um anúncio tradicional.</p>
<h2>Prós do Phygital Marketing</h2>
<ol>
<li>Impulsiona o engajamento social</li>
<li>Aumenta o <em>brand awareness</em></li>
<li>Impulsiona a fidelidade do cliente e aquisição</li>
<li>Longos benefícios</li>
</ol>
<h3>Contras do Phygital Marketing</h3>
<ol>
<li>Custo geralmente é alto</li>
<li>É necessário um planejamento extenso</li>
<li>Deve ser mantido dia após dia</li>
</ol>
<p>Agora, para provar que o <strong>phygital marketing</strong> já faz parte do cotidiano das pessoas confira abaixo alguns exemplos:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="alignnone wp-image-1378" src="http://superstorm.com.br/wp-content/uploads/2016/04/anuncio-revista-phygital-marketing.jpg" srcset="http://superstorm.com.br/wp-content/uploads/2016/04/anuncio-revista-phygital-marketing.jpg 591w, http://superstorm.com.br/wp-content/uploads/2016/04/anuncio-revista-phygital-marketing-300x175.jpg 300w" alt="Phygital Marketing" width="550" height="321" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1379" src="http://superstorm.com.br/wp-content/uploads/2016/04/exemplo-Phygital-Marketing.jpg" srcset="http://superstorm.com.br/wp-content/uploads/2016/04/exemplo-Phygital-Marketing.jpg 550w, http://superstorm.com.br/wp-content/uploads/2016/04/exemplo-Phygital-Marketing-300x169.jpg 300w" alt="Phygital Marketing" width="550" height="310" /></p>
<p><img class="alignnone wp-image-1380" src="http://superstorm.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Phygital-Marketing-sephora.jpg" srcset="http://superstorm.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Phygital-Marketing-sephora.jpg 840w, http://superstorm.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Phygital-Marketing-sephora-300x200.jpg 300w, http://superstorm.com.br/wp-content/uploads/2016/04/Phygital-Marketing-sephora-768x512.jpg 768w" alt="Phygital Marketing" width="550" height="367" /></p>
<p>Bom agora, que você já sabe o que é o <strong>phygital marketing</strong>, compartilhe com os seus amigos. Eles também vão adorar conhecer!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Automação de marketing X email marketing</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Feb 2016 14:34:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Herbert Lopes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia e Inovação]]></category>

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		<description><![CDATA[[por: Aquiles Casabona] Automação de marketing Muitos confundem a automação de marketing com o e-mail marketing. Apesar de ambas serem técnicas que utilizam o e-mail e visam aumentar a conversão de vendas, elas não significam a mesma coisa. Tem dúvidas sobre o assunto? Então aproveite para esclarecê-las agora! Preparamos esse texto para mostrar como são...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>[por: <a href="http://superstorm.com.br/author/aquiles/" target="_blank">Aquiles Casabona</a>]</em></p>
<p><strong>Automação de marketing</strong></p>
<p>Muitos confundem a <strong>automação de marketing</strong> com o e-mail marketing. Apesar de ambas serem técnicas que utilizam o e-mail e visam aumentar a conversão de vendas, elas não significam a mesma coisa. Tem dúvidas sobre o assunto? Então aproveite para esclarecê-las agora! Preparamos esse texto para mostrar como são diferentes e quando cada uma deve ser utilizada. Boa leitura.</p>
<p><strong>Do que se trata o e-mail marketing?</strong><br />
O e-mail marketing é ideal para se relacionar com seus atuais e futuros consumidores, os chamados leads. No caso dos clientes da empresa, as informações enviadas pelo e-mail marketing podem visar um retorno de quem já comprou, mas que pode se interessar em adquirir novamente o produto ou serviço.</p>
<p>No caso dos leads, o e-mail marketing é uma boa ferramenta para fornecer informações sobre os produtos e serviços oferecidos, nutrindo aquele contato para que ele possa tomar uma decisão de compra em um futuro breve.</p>
<p>Para uma campanha eficiente, é importante fazer uma segmentação do público e dos correios eletrônicos enviados. Existe uma diferença entre os que são enviados para clientes atuais dos que são remetidos para os futuros compradores. O e-mail marketing é uma ferramenta é excelente, mas seu problema surge quando o volume de envios cresce e se torna cada vez mais inviável realizar a segmentação e o envio de forma eficiente.</p>
<p><strong>Quais as vantagens da automação de marketing?</strong><br />
A automação proporciona o envio de e-mails de maneira eficiente para uma base de contatos grande, permitindo a segmentação e a agilidade desejadas de forma automática.</p>
<p>Por exemplo, um indivíduo acessa uma página onde se cadastra para baixar um ebook de uma empresa que oferece consultoria financeira. Ele acaba de dar o primeiro passo para se tornar um cliente e a companhia enviará informações para que ele se torne um. Estes materiais serão selecionadas considerando os dados pessoais e o <a href="http://appstudiobrasil.com.br/como-produzir-conteudo-para-cada-etapa-do-funil-de-vendas/" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;">estágio no funil de vendas</span></a>. Conforme recebe as informações, esse contato poderá começar a se interessar mais pelos serviços daquela organização e o conteúdo que é enviado para ele mudará, tornando-se mais focado em valores e promoções, induzindo o potencial consumidor para que tome sua decisão de compra.</p>
<p>Na automação, cada etapa de envios é pré-definida conforme os acessos que aquele lead executa – que páginas ele acessa, em que links ele clica, por quais os conteúdos ele demonstra interesse, etc. Um <a href="http://appstudiobrasil.com.br/4-pontos-basicos-para-estabelecer-um-fluxo-de-automacao-de-marketing/" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;">fluxo bem planejado</span></a>torna o processo muito mais eficaz e independe de uma equipe para definir os envios para cada cliente, economizando tempo e dinheiro.</p>
<p><strong>Qual é o tipo ideal para sua empresa?</strong><br />
Como vimos, a automação e o e-mail marketing não são a mesma coisa, mas são estratégias que podem ser complementares. Se a sua empresa tem uma quantidade de leads muito grande, com certeza a automação é mais indicada, pois permite mais agilidade e bons resultados na hora da nutrir esse público com informações. Porém, se a sua empresa ainda possui uma quantidade de leads reduzida, uma estratégia de e-mail marketing pode ser muito eficaz. Ela também é eficiente como método de fidelização para aqueles que já são clientes, trabalhando em conjunto com uma estratégia de automação.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por que minha empresa deve investir em Inbound Marketing?</title>
		<link>https://culturacolaborativa.com/por-que-minha-empresa-deve-investir-em-inbound-marketing/</link>
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		<pubDate>Mon, 25 Jan 2016 15:57:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Herbert Lopes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Conteúdo Patrocinado]]></category>

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		<description><![CDATA[Inbound Marketing é um dos temas mais falados e estudado nos últimos tempos entre os marketeiros de plantão. O inbound marketing nasceu em 2006, criado por Brian Halligan e Dharmesh Shah. Tem sido o método mais efetivo para fazer negócios online, fazendo caminho contrário do outbound marketing. Em vez de comprar anúncios, listas de e-mail...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Inbound Marketing é um dos temas mais falados e estudado nos últimos tempos entre os </span><i><span style="font-weight: 400;">marketeiros</span></i><span style="font-weight: 400;"> de plantão.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><em><b>inbound marketing</b></em><span style="font-weight: 400;"> nasceu em 2006, criado por Brian Halligan e Dharmesh Shah. Tem sido o método mais efetivo para fazer negócios online, fazendo caminho contrário do <em>outbound</em> marketing.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em vez de comprar anúncios, listas de e-mail e esperar que os <em>leads</em> apareçam, a filosofia do </span><em><b>inbound marketing</b></em><span style="font-weight: 400;"> é a criação de conteúdo de qualidade, atraindo pessoas para seu produto e empresa.</span></p>
<h3><strong>Novo marketing</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Por causa da sua filosofia, o</span><em><a href="http://superstorm.com.br/inbound-marketing/" target="_blank"> <span style="font-weight: 400;">inbound marketing</span></a></em><span style="font-weight: 400;"> é considerado o novo marketing. É chamado assim porque sua estratégia é baseada em atrair o interesse das pessoas e não em “comprá-las”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ele nasceu como uma nova abordagem aos usuários, tudo porque os consumidores <em>online</em> mudaram seus hábitos e a mídia tradicional já não apresenta os mesmos resultados.</span></p>
<h3><strong>5 motivos para sua empresa investir em inbound marketing</strong></h3>
<p><a href="/wp-content/uploads/2016/01/INBOUND_MARKETING_INTERNO.png"><img class="alignleft size-full wp-image-4792" src="/wp-content/uploads/2016/01/INBOUND_MARKETING_INTERNO.png" alt="INBOUND_MARKETING_INTERNO" width="848" height="493" /></a></p>
<h3><strong>Mais 4 motivos para investir em inbound marketing</strong></h3>
<ol>
<li><span style="font-weight: 400;">    </span><span style="font-weight: 400;">80% das equipes de marketing adoram o <em>inbound</em> como objetivo estratégico fixo da empresa;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">    </span><span style="font-weight: 400;">Aproximadamente 75% das agências de comunicação estão usando o <em>inbound marketing</em>;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">    </span><span style="font-weight: 400;">O <em>inbound marketing</em> gasta 62% menos menos com <em>leads</em> gerados do que o marketing tradicional;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">    </span><span style="font-weight: 400;">92% dos profissionais de marketing nos EUA consideram a economia como o principal motivo para usar o</span><a href="http://inbounder.com.br/" target="_blank"> <span style="font-weight: 400;">inbound marketing</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">Para finalizar deixo uma frase que gosto muito do Guy Kawaski, que com certeza vai fazer você pensar melhor sobre o </span><b>inbound marketing</b><span style="font-weight: 400;">:</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">“Se você tem mais dinheiro que cérebro, deve focar em marketing de interrupção. Se tem mais cérebro que dinheiro, deve focar em Inbound Marketing.”</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quer conhecer mais sobre </span><b>inbound marketing</b><span style="font-weight: 400;">? Acesse o</span><a href="http://superstorm.com.br/"> <span style="font-weight: 400;">Superstorm</span></a><span style="font-weight: 400;">!</span></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>SUPERSTORM ENTREVISTA: JOÃO CRISTOFOLINI</title>
		<link>https://culturacolaborativa.com/superstorm-entrevista-joao-cristofolini/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Dec 2015 12:15:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Herbert Lopes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>

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		<description><![CDATA[O nosso entrevistado de hoje é um apaixonado por aprender, compartilhar e construir novos negócios de impacto. Autor do livro “O que a escola não nos ensina”. Seja bem-vindo ao nosso time: João Cristofolini. Você pode conhecer mais sobre o João acessando o site dele: http://joaocristofolini.com.br/ E você também pode conhecer mais sobre seu livro: http://escolanaoensina.com.br/ João, você é...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O nosso entrevistado de hoje é um apaixonado por aprender, compartilhar e construir novos negócios de impacto. Autor do livro “O que a escola não nos ensina”. Seja bem-vindo ao nosso time: <strong>João Cristofolini</strong>.</p>
<p>Você pode conhecer mais sobre o João acessando o site dele: <a href="http://joaocristofolini.com.br/" target="_blank">http://joaocristofolini.com.br/</a></p>
<p>E você também pode conhecer mais sobre seu livro: <a href="http://escolanaoensina.com.br/" target="_blank">http://escolanaoensina.com.br/</a></p>
<h4>João, você é apaixonado por empreendedorismo, aprender e compartilhar. O que você pensa sobre criar negócios e inovar?</h4>
<p>Não só mais uma oportunidade, como cada vez mais uma necessidade, já que estabilidade não existe mais. Criar negócios e inovar anda diretamente relacionado em minha vida. Todo negócio que desenvolvo traz algum tipo de inovação, do contrário, não faria sentido sua criação.</p>
<p>Inovação essa que pode ser no produto/serviço, no modelo de negócio, em um novo mercado, ou nova forma de comunicar e distribuir. Mas precisa inovar em alguma área se quiser sobreviver nos dias de hoje.</p>
<h4>Como é a sua vida profissional e quais os desafios que você enfrenta em sua carreira?</h4>
<p>Hoje tenho duas missões, desenvolver negócios de impacto e compartilhar com maior número possível de pessoas conhecimento e inspiração para desenvolverem o comportamento empreendedor e serem protagonistas de sua própria história. Na primeira delas, tenho negócios na área de educação, tecnologia, saúde, social e sempre em busca de novas oportunidades. O trabalho de empreender é conectar pessoas, é isso que faço. Encontro problemas e conecto as pessoas certas que podem resolvê-los de forma inovadora.</p>
<p>No que se refere a segunda missão, tive a oportunidade de lançar um livro no início deste ano pela Editora AltaBooks, com o título “O que a escola não nos ensina”, que vem ganhando uma grande repercussão na mídia e me levando inclusive a me envolver cada vez mais com palestras e outros canais de compartilhamento.</p>
<p>Os desafios são os mesmos de qualquer empreendedor, resolver problemas todos os dias. Empreender é resolver problemas, o grande desafio e o que faço questão de disseminar é a importância de desenvolver sua inteligência emocional, seu comportamento e mentalidade para lidar com isso.</p>
<h4>Seu livro “O Que a Escola Não Nos Ensina” é prático e instigante. Como surgiu a ideia em escrevê-lo? Conte mais sobre a proposta do livro.</h4>
<p>O livro foi lançado esse ano e foi fruto dos mais de 10 anos que passei empreendendo, em contato e estudando os maiores empreendedores e gurus da área de negócios e desenvolvimento pessoal.</p>
<p>Aos 21 anos de idade abandonei a faculdade para me dedicar aos meus negócios, não via mais sentido em seguir o caminho tradicional para a minha missão escolhida. O que não quer dizer que parei de estudar, muito pelo contrário, busquei caminhos alternativos de educação.</p>
<p>E essa é justamente a proposta do livro, mostrar caminhos alternativos de educação e 7 habilidades indispensáveis que precisamos desenvolver e que não aprendemos na escola. Junto a isso, mais de 30 renomados empreendedores e autores que tive a oportunidade de conhecer, aprender e desenvolver negócios, participam compartilhando um pouco de sua experiência em cada uma das habilidades.</p>
<h4>O autodidatismo, quebra paradigmas. Fale para nós sobre esse tema.</h4>
<p>O modelo de educação tradicional foi criado há mais de um século e até hoje não passou por reformas consideráveis. Um sistema criado na revolução industrial não pode se encaixar no mundo e momento que vivemos nos dias de hoje. O modelo de trabalho mudou, o modelo de fazer negócios mudou, a informação muda a cada dia com a tecnologia e o sistema continua o mesmo.</p>
<p>Por isso, cada vez mais pessoas estão entendendo que existem outros caminhos de educação, este não é o único, aprendemos a todo o momento e em todo lugar, seja sozinho, conversando, trabalhando, viajando, brincando ou jogando. Muitos destes caminhos são, não apenas mais eficientes, rápidos, práticos, como muito mais acessíveis financeiramente.</p>
<p>O mais importante a entender é, existem diferentes caminhos. Antes de escolher o caminho, simplesmente por que todo mundo sempre fez, reflita sobre a sua missão de vida, o que você quer fazer. Depois disso, você poderá avaliar qual caminho é necessário para cumprir a sua missão. Pode ser que a educação tradicional seja ainda indispensável, pode ser que não. No meu caso, não foi.</p>
<h4>Além de empreendedor e escritor, você também é palestrante. Quais são os temas que você aborda em suas palestras?</h4>
<p>Para falar a verdade, não gosto do termo palestrante, apesar de precisar utilizá-lo muitas vezes. O que eu faço é compartilhar parte do que aprendi e vivi, além de inspirar outras pessoas. Sempre gostei de fazer isso, neste ano com o lançamento do livro esse trabalho se intensificou de forma exponencial, com convites para falar nas principais mídias do país, empresas, convenções, e por incrível que pareça, nas próprias faculdades. Os principais temas são, do próprio livro “O que a escola não nos ensina”, Empreendedorismo e Inovação. Na prática não consigo separar esses temas, gosto mesmo é de quebrar paradigmas, fazer as pessoas refletirem e se questionarem, não importa em que área seja, afinal a vida é uma só, e na essência tudo se resume a pessoas e comportamentos.</p>
<h4>Estão surgindo cada vez mais startups inovadoras como Uber, Airbnb, e de alguma maneira elas estão mudando o comportamento das pessoas. Porque devemos estar preparados para essas mudanças?</h4>
<p>Como você comentou, elas já estão surgindo, não vão surgir no futuro apenas. Isso já é uma realidade em muitos segmentos, e será cada vez mais. Um modelo de negócios inovador como um Uber ou Airbnb, questiona totalmente antigos modelos tradicionais de negócios e empregos. Se isso ainda não afetou o mercado que você está atuando hoje, afetará muito em breve. Grandes organizações, estruturas engessadas, níveis de hierarquia, processos antigos, tudo isso não faz mais sentido em um mudo de estrutura enxuta e muito veloz. Quem não entender isso, vai ver muitos empregos e negócios tradicionais desaparecendo nos próximos anos.</p>
<p>Ou poderá estar promovendo a mudança, a escolha é de cada um.</p>
<h4>Atualmente você tem projetos em diversas áreas como: educação, educação empreendedora, saúde e social. Conte sobre seus projetos e como a vida das pessoas são impactadas através deles?</h4>
<p>Todos os negócios tem alguma base tecnológica, que me permitem ter escala e atender a maior quantidade possível de pessoas. Todos surgiram de problemas, se transformaram durante o tempo (continuam se transformando todos os dias), trazem algum tipo de inovação em seu mercado e tem um objetivo maior do que unicamente o lucro, deixar um legado para o mercado que atua. Tudo que eu falo é pratica, não tem teoria ou tese acadêmica.</p>
<h4>Esta é uma pergunta que sempre faço aqui em nossa série de entrevistas: Marketing como despesa x Marketing como investimento. Como você enxerga isso, diante da “crise” vivida no mercado?</h4>
<p>Como toda despesa ou dívida, existe despesa/dívida boa e ruim. A ruim é toda aquela que tira dinheiro do seu bolso e não agrega valor nenhum ao seu negócio, geralmente despesas operacionais, burocráticas, estrutura física desnecessária, estoque parado e etc. Despesa boa é aquela que traz dinheiro e vantagem para o seu negócio, o marketing (bem feito e com métrica) traz valor para o negócio. Então, despesa ruim tem que ser cortada sempre, não só na crise e despesa boa tem quer ser aumentada sempre, ainda mais na crise.</p>
<h4>Qual a sua expectativa para o ecossistema empreendedor para os próximos anos?</h4>
<p>O ecossistema como um todo está mudando muito desde os últimos anos, nunca se falou tanto em empreendedorismo como agora. E isso é bom.  As pessoas, e principalmente os jovens, querem fazer a diferença no mundo. Quando isso acontece, nós percebemos que as pessoas voltam a acreditar, voltam a sonhar, a se tornarem protagonistas e a fazer acontecer.</p>
<p>No Brasil ainda temos muito a evoluir, o que é natural e o tempo tende a mostrar isso. Principalmente no que se refere ao empreendedor, a qualificação e preparo dessa pessoa para empreender, não apenas com conhecimento técnico, mas principalmente com preparação mental e emocional para entender e estar preparado ao que é empreender de verdade.</p>
<p>Quando isso acontecer, poderemos ver nosso ecossistema interno não apenas copiando o que vem de fora, mas sendo protagonista no seu próprio mercado.</p>
<h4>O que faz um projeto sair do papel e se tornar um sucesso na prática?</h4>
<p>A própria prática, fazer, errar, corrigir, errar, corrigir, até uma hora acertar. Não existe fórmula mágica.</p>
<h4>Hoje, cada vez mais vemos muitos jovens empreendendo. Porém, muitos também desistem no meio do caminho. O que você pode falar para esses jovens que estão inciando a sua jornada empreendedora?</h4>
<p>Estudem histórias de empreendedores e líderes de sucesso, há mais de 2 mil anos a história é a mesma, só muda o lugar e o protagonista, não vai ser agora que mudará. Não acredite na capa de revista ou notícias que vendem a ideia de jovens empreendedores que do dia para a noite construíram startups e venderam por bilhões. Atrás de toda história sucesso, tem muita, mas muita mesmo, dificuldade, fracasso, problema, e volta por cima. Quando você entende que esse processo é natural, que você precisa em média de 10 anos de prática, erros e fracassos, para começar a entender de fato o que está fazendo e o que não deve mais fazer, você encara o fracasso como uma parte natural do processo. O sucesso inspira, mas só o fracasso de fato ensina.</p>
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		<title>&#8220;Transparência é primordial para que não se crie na empresa um clima de insegurança&#8221;</title>
		<link>https://culturacolaborativa.com/transparencia-e-primordial-para-que-nao-se-crie-na-empresa-um-clima-de-inseguranca/</link>
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		<pubDate>Wed, 02 Dec 2015 12:19:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Herbert Lopes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá, superstormers! A nossa entrevista de hoje é com Radamés Martini, fundador e CEO da Social Base. A Social Base é uma plataforma de comunicação interna que melhora a comunicação entre equipes e setores, além de gerar resultados para a sua empresa. Qual a importância de manter o negócio em constante inovação? No mundo de...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, <em>superstormers</em>!</p>
<p>A nossa entrevista de hoje é com <strong>Radamés Martini</strong>, fundador e CEO da <a href="http://www.socialbase.com.br/" target="_blank">Social Base</a>.</p>
<p>A <strong>Social Base</strong> é uma plataforma de comunicação interna que melhora a comunicação entre equipes e setores, além de gerar resultados para a sua empresa.</p>
<h3><b>Qual a importância de manter o negócio em constante inovação?</b></h3>
<p>No mundo de hoje as coisas mudam muito rápido e o que hoje é padrão em questão de dois anos está completamente obsoleto. Isso ocorre por que as coisas estão de fato mais dinâmicas e a facilidade de acesso às tecnologias está levando as empresas a inovar de maneira mais constante e mais rápida, sob a pena de ficar para trás.</p>
<p>A inovação hoje é o que mantém as empresas competitivas, as mantêm vivas no mercado. Há diversos estudos que comprovam que não oferecer constantemente coisas novas aos clientes da base é um risco muito grande, que compromete contratos e receita. Além disso, se irmos mais a fundo, com base nestas análises, fica claro a necessidade de pós a venda oferecer a cada seis meses um novo produto/funcionalidade a este cliente e mantê-lo engajado com seu fornecedor; a forma de fazer isso é simples. Inovar.</p>
<h3><b>Esta inovação não necessariamente precisa ser de um produto novo?</b></h3>
<p>Exato, pode ser uma nova funcionalidade, uma nova prática dentro daquilo que você já vendeu, não precisa ser necessariamente um produto novo. Mas isto tem que acontecer. Os clientes esperam isso de você; que seja apresentada alternativas a ela. Então, isso é muito importante para se manter na ‘crista da onda‘; no que diz respeito a inovação este movimento também tem um apelo ‘emocional’, pois o cliente reconhece quando uma empresa entrega constantemente oportunidades para que sejam melhorados os seus processos. Isto é: é importante estar à frente da demanda do cliente e oferecer o que ele de fato precisa.</p>
<h3><b>Como a crise pode afetar as empresas, como desviar dela?</b></h3>
<p>Na minha visão a crise afeta num primeiro momento todos, pois há um retração natural pelo cenário, mas ao mesmo tempo a crise é um oportunidade. Isto é: se você consegue se posicionar bem e oferecer um produto que venha a resolver um problema gerado pela crise, aí você tem uma oportunidade. Ao mesmo tempo também há um efeito de ‘limpeza’ no mercado, ou seja, acabam prevalecendo aquelas empresas que estão entregando um trabalho de qualidade, um trabalho de competência e ficam de fora os ‘aventureiros’, que as vezes estão no mercado pela moda de um determinado produto. Estas empresas não conseguem se manter em função da queda da demanda.</p>
<p>Acredito que além de 2015, 2016 também será um ano complexo, mas no nosso mercado de comunicação interna eu vejo como uma ótima oportunidade, por que quando há uma crise todos precisam se comunicar muito bem. Isto é: é de extrema importância repassar aos colaboradores como a empresa está, qual a visão dela, quais são as estratégias para enfrentar a crise. Esta transparência é primordial para que não se crie na empresa um clima de insegurança que pode potencializar a crise. Então, pro nosso caso vejo a crise como uma oportunidade por que muitos dos gestores que não viam a comunicação interna com uma questão estratégica, olha hoje para ela como um elemento de constância e aproximação com seus colaboradores.</p>
<h3><b>Empreendedorismo e inovação estão alinhadas, é possível inovar sem empreender ou empreender sem inovar?</b></h3>
<p>Sim, empreendedorismo e inovação estão totalmente alinhados. Mas sim é possível empreender sem inovar. Por exemplo, eu posso construir um edifício e ele ser igual a outras cem construções, ou seja, não estou inovando em nada, mas isso não deixa de ser um empreendimento.</p>
<p>Por outro lado, na minha visão, como empreendedor, acredito que a inovação é essencial. Pessoalmente gosto de estar envolvido com coisas novas. Gosto de inovar mesmo que não seja uma inovação disruptiva, por que, muitas vezes, uma inovação incremental pode ser a solução. Isso é muito do que acontece aqui na SocialBase, por que todos os dias estamos pensando em inovar, não apenas no produto, mas também nos processos que impactam diretamente na nossa relação com o cliente.</p>
<h3><b>A inovação em processos internos da empresa é também uma saída à crise?</b></h3>
<p>Quando se está em um momento de pujança, de crescimento, acaba que você não para pra pensar em tudo que está acontecendo dentro da tua empresa. Há sempre uma ‘euforia’ do está crescendo, está vendendo, então continua a andar sem olhar muito para o interno. Contudo é em um momento de crise que somos obrigados a nos reinventar. Então, é a ideia de fazer mais com menos. Ou seja, traçar um olhar crítico sobre o que está sendo feito, por exemplo: os recursos que estou colocando no marketing estão sendo bem aproveitados?, a estratégia de vendas está bem desenhada?, ou é necessário revê-la e direcionar a um determinado público, o desenvolvimento está bem estruturado?, não há alguma forma de redefinir processos para que não seja preciso contratar mais cinco pessoas, que a equipe de hoje pode produzir. Logo, a crise é também uma oportunidade neste sentido, de olharmos para dentro e rever processos e ganhar em produtividade sem precisar gastar mais.</p>
<h3><b>Marketing como despesa x Marketing como investimento. Como você enxerga isso, diante da “crise” vivida no mercado?</b></h3>
<p>Na verdade tem que olhar para o marketing tanto como despesa, pela visão de entender o que é possível otimizar dessa verba que está sendo gasta e, claro, também como investimento, por que deixar de investir em marketing em momento de crise significa perder completamente a visibilidade do trabalho que está sendo feito, do produto que se quer vender. Então, dá para enxergar das duas formas, como despesa: pela lógica de melhorar os processos de investimento e como investimento: para aumentar a visibilidade da estratégia e estar presente junto a seu público.</p>
<h3><b>Você acredita que é errado cortar totalmente o investimento em marketing?</b></h3>
<p>Sim, é completamente errado por que cortar totalmente o investimento em marketing motivado pela crise é sinal de que o marketing já não estava funcionando e deveria já ter sido cortado antes. Uma decisão deste teor prova que as estratégias de marketing não estavam bem desenhadas. Por que se o marketing está dando certo, em momento de crise o ideal é manter e talvez até aumentar. isso depende de caso a caso. Mas com certeza a estratégia é manter a visibilidade e adequar a linguagem ao momento; estruturar formas que mostrem aos clientes como a solução pode ajudar neste momento de crise. Isto é: já que todo mundo está falando de crise, tenho que mostrar ao mercado como posso ajudar a contornar e superar a crise.</p>
<h3><b>Por esta lógica um bom planejamento em estratégias de marketing pode ser a solução?</b></h3>
<p>Sem dúvida! Um bom planejamento de marketing, uma boa estratégia. Como falei anteriormente, olhar onde está sendo investido cada real de marketing e perceber se aquele real está trazendo resultado. Ou seja, olhar para o investimento em marketing e direcionar para às ações que estão trazendo resultados é fundamental neste momento. E, aí sim, a partir deste olhar, cortar ou redirecionar os investimentos.</p>
<h3><b>Como são montadas as estratégias de trabalho para o marketing da SocialBase?</b></h3>
<p>Hoje temos um mapa bem estruturado de todo o nosso investimento em marketing e monitoramos constantemente quais são os canais que estão trazendo resultados. Já fazemos isso a um bom tempo e hoje estamos com um direcionamento assertivo neste sentido.</p>
<p>Além disso, estamos fazendo algumas comunicações, alguns conteúdos sobre a crise, tentando mostrar ao mercado formas de superar a crise. Vejo isso, um pouco, como um papel social do SocialBase neste momento complexo.</p>
<h3><b>Como a empresa está trabalhando neste cenário, qual é o planejamento de investimentos para o próximo ano?</b></h3>
<p>Este ano foi interessante para nós, crescemos bastante, não seguramos investimentos internos, claro, sempre com um olhar crítico e com calma para não queimar dinheiro. Para 2016 estamos muito otimistas, temos uma boa perspectiva de crescimento e para sustentar este crescimento precisamos investir em todas as áreas; marketing, vendas, customer success e principalmente no produto.</p>
<h3><b>Qual a sua opinião sobre o ecossistema de startups no Brasil?</b></h3>
<p>Percebo que o país está vivendo o seu melhor momento no sentido de startups, tem muita empresa fazendo ótimos trabalhos. Como polos de tecnologia, eu daria destaque para Belo Horizonte, São Paulo e Florianópolis que contam com algumas empresas sensacionais que estão fazendo um trabalho com potencial de escala global;. Florianópolis em especial está em destaque, o RD Summit, que aconteceu no final de outubro, reuniu mais de três mil pessoas ligadas ao mercado de marketing digital e também ao mercado de startups. No evento foi possível perceber como o ecossistema está se integrando, cada vez mais linkado as boas práticas do Vale do Silício; este acesso a informações e pessoas do Vale está ajudando as empresas nacionais a se profissionalizar, melhorar processos e estratégias de venda e marketing. Eu vejo com muito otimismo este movimento e acredito que em breve o Brasil vai criar o seu primeiro ‘unicórnio*’.</p>
<h3><b>Você acredita que este movimento tende a crescer mais?</b></h3>
<p>Tende a crescer sem dúvida nenhuma. Não quero aqui denegrir o trabalho de ninguém, mas por exemplo: se pegarmos a Estônia, um país com pouco mais de um milhão de habitantes que já produziram o Skype e mais recentemente o Pipedrive, um software de CRM com mais de 20 mil clientes no mundo, é improvável não questionar como que o Brasil com 200 milhões de pessoas, com este pessoal totalmente conectado com o Vale do Silício ainda não produziu o seu ‘unicórnio’. Contudo, não tenho dúvida de que isso vai acontecer em breve.</p>
<h3><b>Como você imagina o mercado digital no Brasil daqui há 5 anos?</b></h3>
<p>Hoje o sonho de muitos brasileiros é ter um smartphone, se você perguntar às pessoas o que eles querem comprar, por exemplo agora no natal, é um smartphone, ou se ela já tem quer comprar um melhor. Isto representa muito mais que apenas o comércio, mas sim como o digital está avançando mesmo com todas as dificuldades que temos de infraestrutura. Se avaliarmos por números, nos últimos anos o crescimento nas vendas de aparelhos com acesso à internet cresceu só em 2014, 55%. Ou seja, as pessoas estão conectadas e isso tende a crescer cada vez mais. Além disso, 50% das casas no país têm acesso à internet. Ou seja, na minha visão o digital não é mais uma tendência, mas sim uma realidade que cada vez mais vai facilitar a vida das pessoas, basta olharmos para aplicações como o Uber o AirBnb. Acredito que muitos outros ‘Ubers’ irão surgir no digital e provocar impactos disruptivos no mundo ‘natural’.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>*</strong>unicórnio é uma analogia a empresas com mais de U$$ um bilhão em valor de mercado.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O que é um fora de série?</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Nov 2015 16:13:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Herbert Lopes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>

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		<description><![CDATA[Pessoal, a entrevista de hoje é com um cara Fora de Série! Apresento a vocês: Alison Paese. Uma entrevista super bacana, onde você vai conhecer um pouco mais sobre o Alison e também sobre seus projetos. Confira o que ele diz para você que está começando sua jornada no empreendedorismo. Conheça mais sobre o Foras de Série: O Foras...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Pessoal, a entrevista de hoje é com um cara Fora de Série! Apresento a vocês: <strong>Alison Paese</strong>.</p>
<p>Uma entrevista super bacana, onde você vai conhecer um pouco mais sobre o Alison e também sobre seus projetos. Confira o que ele diz para você que está começando sua jornada no empreendedorismo.</p>
<p>Conheça mais sobre o Foras de Série:</p>
<p>O <strong>Foras de Série</strong> é um meio de transformação. Estamos aqui para provar que pessoas boas existem. Lutamos por um mundo melhor, faça chuva ou faça sol. Todo dia!</p>
<p>Acesse, você irá encontrar episódios que vão te inspirar: <a href="http://www.forasdeserie.com/" target="_blank">http://www.forasdeserie.com/</a></p>
<p>Agora vamos a entrevista (está imperdível!):</p>
<p><strong>1- Alison, todos sabemos que o Foras de Série é um sucesso. Inclusive serve de muita inspiração para muita gente. Como foi o inicio desse projeto?</strong><br />
Foi uma junção de fatores.<br />
Eu estava querendo mudar de carreira, construir algo na internet que me desce mais liberdade para trabalhar, conhecer mais pessoas e ter algum projeto que entregasse algo para as pessoas.<br />
Além disso, estava cansado de ouvir pessoas dando desculpas para não conduzirem as suas vidas, eu queria, de uma vez por todas, mostrar que cada pessoa é responsável pelo seu próprio futuro.<br />
Foi se configurando então na minha cabeça uma série de bate-papos com pessoas que tem um comportamento transformador e que pudessem inspirar outras a agir também.<br />
Claro que em todo esse processo tive ajuda fundamental de muitas pessoas, até hoje tenho.<br />
Até que fizemos um piloto e quando vi o resultado final na tela falei: É ISSO!<br />
De lá pra cá o projeto só cresceu e passou a ser a minha vida.</p>
<p><strong>2- O Foras de Série prova em seus vídeos que pessoas boas existem . Qual é a sensação de entrevistar tanta gente boa e de diversos segmentos, desde esportistas a grandes empresários?</strong><br />
Eu sempre acreditei que haviam pessoas boas no mundo, mas a partir do momento que criei o FS, vi que há muito mais do que eu podia contar.<br />
E estamos em um momento crucial, onde quem é bom ter que ser ousado e aparecer na multidão. Me sinto muito feliz por acelerar esse processo apresentando essas pessoas no FS.<br />
Uma das melhores sensações que se tem na vida, é quando juntamos pessoas boas com sonhos grandes. Você fica encorajado para vencer qualquer medo, e é isso que sinto cada vez que falo com um deles.</p>
<p><strong>3- Você também é co-fundador do StartSe, uma plataforma que conecta os empreendedores com os investidores. Conte como funciona o StartSe?</strong><br />
Eu adoro o ecossistema empreendedor, quero sempre estar junto e ajudando.<br />
Comecei a pensar em como ajudar na formação desse meio e percebi que networking era um dos principais desafios.<br />
Então, a vida me levou a conhecer o Júnior Borneli e João Evaristo, dois jovens empreendedores do interior de Minas que tinham um projeto de plataforma de relacionamento para todos os players do ecossistema. Era o StartSe.<br />
Na hora eu topei e colocamos de pé o projeto que é um sucesso absoluto hoje. Virou até portal de conteúdo.<br />
Ele está se consolidando como o hubby de conteúdo, contatos e negócios do mercado de startups. Quem é desse mundo não pode ficar fora.</p>
<p><strong>4- Qual a dica que você dá aos empreendedores que estão iniciando a sua jornada no mercado?</strong><br />
Eu não sou um cara de dar dicas, porque entendo que tem muitas variáveis nesse processo.<br />
Mas existem três atitudes que eu não vejo como seguir sem:<br />
1- Seja você mesmo sempre. Não mude por ninguém e nem nada. Autenticidade é um dos valores mais procurados para fazer negócio hoje em dia.<br />
2 Tenha coragem infinita, não tenha medo de sonhar grande e lutar pelo que você acredita.<br />
3- Continue sempre conhecendo muitas pessoas, algumas vão te ajudar e outras não, mas esse processo não pode parar.</p>
<p><strong>5- Antes do StartSe e do Foras de Série, como era sua vida profissional?</strong><br />
Eu era sócio-executivo da XP Investimentos Corretora.<br />
Foram 7 anos com um propósito muito bacana: ajudar o brasileiro a investir melhor.<br />
Passei por várias áreas mas a que mais fiquei e gostei foi a de relacionamento com a rede de afiliados, ou seja, apoiar empreendedores no desenvolvimento dos seus negócios.<br />
Considero, juntamente com educação, o mercado financeiro uma das maiores oportunidades para empreender no Brasil e tenho orgulho de ter participado desse movimento junto com a XP.<br />
Tive que seguir outro rumo, mas fiquei com muitos amigos e colegas lá, os quais acompanho de longe.</p>
<p><strong>6- Hoje particularmente, eu considero você, um fora de série. Você também ouve das pessoas ou recebe mensagens que o seu projeto está fazendo a diferença na vida delas?</strong><br />
Sim. A cada dia recebo mais feedbacks desse tipo.<br />
E esse é o maior combustível que eu poderia receber. Começamos mudando a vida de uma pessoa, depois duas, três, quatro e assim por diante. Logo serão milhares.<br />
Essa é a prova que o caminho está certo.</p>
<p><strong>7- Como você seleciona os foras de série que irá entrevistar? </strong><br />
Eu procuro pessoas que tenham coisas boas para falar, não me interessa se é rico ou pobre, famoso ou anônimo, CEO ou porteiro. Pessoas que tenham um comportamento transformador, seja na sua casa, seu bairro, sua empresa ou cidade. Mas que estejam fazendo algo para melhorar.<br />
Hoje em dia a maior parte das pessoas chega até mim por indicações, sinal que todos estão entendendo o que é ser um fora de série.</p>
<p><strong>8- A maioria dos leitores do Superstorm são empreendedores ou tem o interesse em abrir um negócio. Diga a eles porque não devem desistir na primeira adversidade?</strong><br />
Porque na minha opinião adversidades são um ponto de vista.<br />
Da mesma forma que algumas pessoas veem como um muro intransponível, outras vem como uma oportunidade de ficar mais forte e preparado.<br />
A escolha é só uma, como você quer se comportar.</p>
<p><strong>9- Quais filmes e livros você indica para o jovens que querem seguir o caminho do empreendedorismo? </strong><br />
Na leitura eu aprendo muito lendo biografias, e uma que indico fortemente é do Arnold Schwarzenegger. Ele é de fato um dos maiores empreendedores que já ouvi falar e em meios totalmente antagônicos: esporte, entretenimento e política.</p>
<p>Eu acredito que a qualidade número 1 de um empreendedor é a coragem. Ela que carrega todo o restante, portanto filmes que destaquem isso são meus preferidos.<br />
E super-heróis são, nada mais, que pessoas com muita coragem. Portanto acho que vale a pena aproveitar essa tendência atual por filmes do gênero e ficar ligado nas obras da Marvel e DC Comics.</p>
<p><strong>10- O que faz uma pessoa sair do comum para ser um fora de série?</strong><br />
Você precisa querer melhorar o mundo e agir para isso.<br />
Independente do formato ou escala das suas ações, pode ser algo global, apenas na sua casa ou até para você mesmo. O que importa é o comportamento.<br />
Agindo assim você irá transformar e inspirar, e isso é fora de série.</p>
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		<title>Como produzir valor em mobilidade corporativa por meio da comunicação interna</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2015 13:04:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Herbert Lopes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação Interna]]></category>

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		<description><![CDATA[Na manhã da última quarta-feira (04/11) a SocialBase em parceria com a Mobicity promoveu um debate sobre como a mobilidade corporativa aliada à comunicação interna podem promover valor e melhoria no ambiente organizacional. Os principais pontos da conversa com Ivone Santana, consultora da Magazine Luiza, e Mariana Páal, gerente de sustentabilidade do Grupo Abril, você...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Na manhã da última quarta-feira (04/11) a SocialBase em parceria com a Mobicity promoveu um debate sobre como a mobilidade corporativa aliada à comunicação interna podem promover valor e melhoria no ambiente organizacional. Os principais pontos da conversa com Ivone Santana, consultora da Magazine Luiza, e Mariana Páal, gerente de sustentabilidade do Grupo Abril, você confere na cobertura de Herbert Lopes:</p>
<p><strong>Mobilidade</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As pessoas buscam mobilidade por vários motivos, melhoria de vida, possibilidade de ir de um lugar ao outro rapidamente, passagem de uma classe social para outra e vencer distâncias. </span></p>
<p>A mobilidade causa muitos impactos, entre eles: nova cultura, necessidades básicas, renda, transporte, resistência, preconceito, competição, solidariedade, colaboração e diversidade. E tudo isso impacta também diretamente na empregabilidade e requer um esforço para todos, considerando o aspecto amplo do setor público e da sociedade.</p>
<p>Quando você promove as mesmas condições para pessoas com situações diferentes, nem sempre eles conseguem o mesmo resultado devido a diversas barreiras como comunicação, acessibilidade e suas necessidades. Por esse motivo é trabalhado a equidade para que pessoas com situações diferentes conquistem resultados iguais e nas mesmas condições.</p>
<p><strong>Case Magazine Luiza</strong><br />
A Magazine Luiza tem 23 mil funcionários com 736 lojas em todo o Brasil. Pensando na mobilidade corporativa elaborou uma metodologia de gestão de projetos com 4 etapas:</p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Diagnóstico</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Elaboração do plano de ação</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Implementação</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Reputação</span></li>
</ol>
<p>Depois de feito todo esse trabalho, o primeiro passo foi engajar a liderança levando o tema para toda a diretoria da empresa. A TV Magazine Luiza, promove um quadro chamado Sou Eficiente, criado exclusivamente para os profissionais deficientes da empresa e para participar deste quadro o colaborador tem que se destacar profissionalmente e ao mesmo tempo que faz isso, ele acaba motivando e inspirando outros funcionários da empresa.</p>
<p>A Magazine Luiza foi considerada a sétima melhor do Brasil no quesito comunicação com pessoas deficientes e venceu o prêmio ABERJ em 2014 voltado a sustentabilidade empresarial.</p>
<p>A empresa criou condições para que não exista nenhum obstáculo no trabalho para nenhum deficiente e claro, também aumenta a auto estima desses colaboradores quebrando a barreira de convívio interno dentro da empresa.</p>
<p>Em parceria com o Banco Mundial e o WRI surgiu em dezembro de 2012 o Projeto Mobilidade Abril com o objetivo de envolver o público interno no plano de mobilidade, incentivar mudanças estruturais no novo edifício Abril e também fomentar a reflexão e o diálogo sobre o tema com os funcionários e a o sociedade em geral.</p>
<p>Foi criado um modelo de governança com um grupo de decisão bem participativo com 3 comitês: Pesquisa (Jurídico), Comunicação (Planeta Sustentável) e Implantação (Facilities) e foi somado com um grupo de voluntários.</p>
<p><strong>Case Grupo Abril</strong><br />
Cito agora as principais ações criadas pelo Grupo Abril: pesquisa (essencial ao projeto), sistema de caronas (que já era uma cultura da Abril), foi criado um Portal de Mobilidade, campanha de divulgação interna através de vídeos, flexibilidade de horário, compartilhar serviço de fretamento e projeto home office (1 vez por semana os funcionários trabalham em home office). Todas essas ações  foram apresentadas a curto, médio e longo prazo.</p>
<p>O objetivo da pesquisa citada acima foi elaborar transportes viáveis e sustentáveis de acordo com as resposta dos funcionários.</p>
<p>Essa pesquisa explorou:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Perfil;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Horário e flexibilidade;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Locomoção;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Alternativas e possibilidades.</span></li>
</ul>
<p>A pesquisa elaborada pelo Grupo Abril foi bem completa e aprofundada, coletou diversas informações e identificou questões importantes para melhorar a mobilidade durante o trajeto para o trabalho.</p>
<p>Os principais aprendizados dessa pesquisa é que não adianta propor soluções se não oferecer um diagnóstico específico, utilização de dados para nortear ações de mobilidade, interação entre diferentes áreas da empresa, construção coletiva e diálogo entre funcionários, engajamento com uma causa comum a todos e assim cria-se alternativas mais atrativas.</p>
<p><strong>Conclusão</strong><br />
<span style="font-weight: 400;">A mobilidade corporativa não é apenas uma tendência e sim uma realidade que as grandes empresas já estão aplicando e com isso estão um passo (ou mais) a frente de outras corporações que pensam que é apenas uma questão que o setor público pode resolver. </span></p>
<p>A mobilidade anda junto com a sustentabilidade e com isso ajuda o nosso país a ser um lugar melhor para se viver com pessoas de diferentes classes sociais, etnias, deficiências vivendo e trabalhando de maneira igual mesmo em condições de vida diferentes.</p>
<p>________________</p>
<p><a href="https://www.linkedin.com/profile/view?id=AAkAAAKaB90BFr5K8r3mkLHMf68LoNdQT8b8Kww&amp;authType=NAME_SEARCH&amp;authToken=lcgC&amp;locale=pt_BR&amp;trk=tyah&amp;trkInfo=clickedVertical%3Amynetwork%2CclickedEntityId%3A43648989%2CauthType%3ANAME_SEARCH%2Cidx%3A1-1-1%2CtarId%3A1446724399285%2Ctas%3Aivone%20santana" target="_blank">Ivone Santana</a><br />
É consultora do Magazine Luiza. Depois de 17 anos contribuindo no meio corporativo, em 2015, Ivone decidiu criar o Instituto Modo Parités, que significa Somente Juntos, uma maneira de trabalhar a inclusão e a sustentabilidade.</p>
<p><a href="https://www.linkedin.com/profile/view?id=AAkAAAMWJVgBjTdKYhDtyxstTmU3NofZPbr22Fo&amp;authType=NAME_SEARCH&amp;authToken=TeYI&amp;locale=pt_BR&amp;trk=tyah&amp;trkInfo=clickedVertical%3Amynetwork%2CclickedEntityId%3A51783000%2CauthType%3ANAME_SEARCH%2Cidx%3A1-1-1%2CtarId%3A1446724421425%2Ctas%3AMariana%20P%C3%A1al" target="_blank">Mariana Páal</a><br />
É gerente de sustentabilidade do Grupo Abril e representa a questão de mobilidade dentro da empresa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Infográfico: como o medo influencia uma venda</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Sep 2015 14:29:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Herbert Lopes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Coluna]]></category>
		<category><![CDATA[Conteúdo Patrocinado]]></category>
		<category><![CDATA[Infográficos]]></category>

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		<description><![CDATA[O medo sempre foi a razão de muitas das escolhas feitas ao longo da história. Quantos não foram os políticos que renunciaram por medo do julgamento? E os ditadores que massacraram seus povos também por medo das revoluções? No entanto, é este mesmo medo que paralisa ou movimenta grandes massas. E ele pode ser usado...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O medo sempre foi a razão de muitas das escolhas feitas ao longo da história. Quantos não foram os políticos que renunciaram por medo do julgamento? E os ditadores que massacraram seus povos também por medo das revoluções?</p>
<p>No entanto, é este mesmo medo que paralisa ou movimenta grandes massas. E ele pode ser usado a seu favor.</p>
<p>A dualidade “Razão x Emoção” vêm sendo discutida em vendas há várias décadas, com correntes defendendo desde os extremos até uma sensata mistura dos dois elementos.</p>
<p>Nesse infográfico, você vai entender como usar a emoção mais efetiva para uma venda: o medo! É ele que, aliado ao seu discurso racional, impele um novo cliente a comprar, e rápido, a sua solução.</p>
<p>Por isso, não perca tempo e entenda como aflorar um medo “saudável” nos seus leads.<br />
Se quiser, você pode conferir nosso guia completo de<span class="Apple-converted-space"> </span><a href="http://outboundmarketing.com.br/decisao-de-compra-medo/">como usar o medo para vender mais</a>!</p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2015/09/infografico-como-medo-influencia-venda-2.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4307" src="/wp-content/uploads/2015/09/infografico-como-medo-influencia-venda-2.jpg" alt="infografico-como-medo-influencia-venda-2" width="785" height="4383" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Sua marca deve se conectar com seu público-alvo</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Sep 2015 17:48:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Herbert Lopes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nos dias de hoje, as pessoas desejam uma experiência personalizada juntamente com as marcas que são fãs. E com o crescimento do marketing digital, as grandes marcas estão cada vez mais próximas do seu público-alvo, utilizando novas estratégias e conceitos para aderirem cada vez mais fãs e consumidores. A grande ideia é conectar seu público...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Nos dias de hoje, as pessoas desejam uma experiência personalizada juntamente com as marcas que são fãs. E com o crescimento do marketing digital, as grandes marcas estão cada vez mais próximas do seu público-alvo, utilizando novas estratégias e conceitos para aderirem cada vez mais fãs e consumidores.</p>
<p>A grande ideia é conectar seu público de maneira mais humana. O desafio é fazer com que esses consumidores se sintam privilegiados com uma conexão mais pessoal.</p>
<p>Além de oferecer um produto ao consumidor, as marcas precisam encontrar soluções para resolver o problema do cliente ou de um potencial cliente. As pessoas procuram além do produto, querem saber como a sua empresa e o seu produto podem ajudá-las no dia a dia.</p>
<p>Você deve fazer quatro perguntas iniciais:</p>
<ul>
<li>De qual maneira o meu produto pode ser um diferencial para meus consumidores?</li>
<li>Porque eles devem comprar o meu produto e não o do concorrente?</li>
<li>Quais são os problemas que esses consumidores enfrentam?</li>
<li>Como minha marca vai ajudá-los a solucionar esses problemas?</li>
</ul>
<p>A partir dessas perguntas, você já conseguirá entender o que o seu público-alvo pensa em relação a sua marca e ao seu produto. Claro, que ao decorrer do relacionamento personalizado com o seu consumidor, você encontrará novas maneiras de resolver problemas e também irá descobrir outras dúvidas dos seus consumidores.</p>
<p>Esta conexão pessoal com o seu público-alvo é mais importante do que nunca. Por isso, separei para vocês alguns tópicos que podem te ajudar a se relacionar melhor com os seus consumidores através do marketing digital, de maneira mais humana. Esse tipo de relacionamento vamos chamar de H2H (human-to-human).</p>
<p><b>As pessoas tem que se interessar pela sua marca</b></p>
<p>Se sua marca deseja criar uma experiência impactante na vida dos consumidores, ouça o seu público e entregue a eles soluções para os problemas que enfrentam de maneira exclusiva e personalizada.</p>
<p><b>Defina seu público-alvo</b></p>
<p>Sua marca não está no mercado para atender todos consumidores e sim para se conectar da maneira correta com o seu público-alvo. Quando você define o seu público-alvo, será possível elaborar uma proposta de valor de um jeito mais envolvente para esses consumidores.</p>
<p><b>Conteúdo personalizado</b></p>
<p>O conteúdo que você irá transmitir aos seus fãs, deve ser bem elaborado e com uma linguagem que conecte os pontos de dor do seu consumidor. Quando se faz isso, é criada uma conexão humana e duradoura com o seu público. Lembre-se: As palavras são poderosas, por isso, use-as bem.</p>
<p><b>Encontre o diferencial do seu produto</b></p>
<p>O que você faz bem? O que tem no seu produto que é único? O que diferencia a sua marca dos concorrentes? Você deve mais do que nunca saber as respostas dessas perguntas. É importante que uma marca saiba compreender a si mesma. Encontre o que faz diferente, depois disso construa seu marketing em torno disso.</p>
<p>Agora, conecte com o seu público-alvo levando em conta tudo o que foi dito aqui e você irá desfrutar de resultados melhores e duradouros para a sua marca.</p>
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